Como sempre faz, além dos números da corrida eleitoral, o instituto Seta também quis fazer uma avaliação administrativa das gestões municipal, estadual e federal. No âmbito do município, 37,7% consideram a gestão do prefeito Gustavo Soares como boa ou ótima. Outros 26,5% acham ruim ou péssima. Total dos que avaliaram como regular foi de 35,9%.

Para a realização do estudo foram entrevistados 450 eleitores de Assu no dia 4 de outubro. Os resultados foram calculados com amrgem de erro de 3,5% para mais ou para menos e com grau de confiabilidade de 95%, o que quer dizer que, se levada a margem de erro amostral em consideração, todos os números têm 95% de chances de retratar o cenário real. A pesquisa do instituto Seta, divulgada pelo Blog do BG, foi registrada na Justiça Eleitoral com o protocolo RN-07046/2020.

Emporio

O Blog do BG não para nas eleições 2020 e segue com a divulgação de pesquisas eleitorais pelos municípios do Rio Grande do Norte. E, dessa vez, o município pesquisado é Assu, em pesquisa realizada pelo instituto Seta. E, como de costume, o primeiro ponto trazido são os números para prefeito da cidade. No quesito estimulado, com os eleitores tendo acesso aos nomes dos candidatos em uma lista, da mesma forma como acontecem de fato nas eleições, o prefeito Gustavo Soares, que chegou a cogitar não disputar a reeleição, lidera com 45,2% das intenções de voto.

Logo em seguida aparece Ivan Júnior com 33,5% da preferência do eleitorado assuense. Luiz da Funerária foi citado por 3,1% dos eleitores, dentro da margem de erro amostral da pesquisa. Nesse cenário, os indecisos somara de 9,9%. Já brancos e nulos chegaram a 8,4% do eleitorado.

Para a realização do estudo foram entrevistados 450 eleitores de Assu no dia 4 de outubro. Os resultados foram calculados com amrgem de erro de 3,5% para mais ou para menos e com grau de confiabilidade de 95%, o que quer dizer que, se levada a margem de erro amostral em consideração, todos os números têm 95% de chances de retratar o cenário real. A pesquisa do instituto Seta, divulgada pelo Blog do BG, foi registrada na Justiça Eleitoral com o protocolo RN-07046/2020.

lula

A governadora Fátima Bezerra (PT) disse nesta quarta-feira (07), durante um evento em Mossoró, que situação epidemiológica do Rio Grande do Norte não indica, até o momento, a ocorrência de uma segunda onda de contaminações pela covid-19.

“Não há sinais de uma segunda onda. Hoje, nós temos uma taxa de transmissibilidade, em nível de estado, abaixo de 1, e índice de internações menor que 40%”, disse Fátima em entrevista a uma rádio do município do Oeste potiguar.

O Estado registrou 71.898 casos confirmados e 2.412 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados estão no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do RN (Sesap) divulgado nesta quarta-feira (7). Outros 316 casos seguem sob investigação.

Fonte: Portal Grande Ponto

lula

Bia Dantas vem crescendo progressivamente na reta para as eleições 2020. Desde que se lançou como pré-candidata, a jovem que representa a renovação política assuense, tem conquistado o seu espaço com garra e muita determinação. Em suas caminhadas pelos bairros e comunidades do nosso município, tem encontrado apoio e simpatia por parte dos cidadãos assuenses. Nossos votos de que ela tenha grande êxito nessa jornada.

Emporio

Foto: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)/Divulgação

A campanha para as eleições municipais de 2020 começou no dia 27 de setembro, mobilizando um contingente de mais de 550 mil candidatos, entre postulantes a prefeito, vice-prefeito e vereador, distribuídos entre as 5.570 cidades brasileiras.

Financiar uma campanha pode ser difícil, sobretudo para os iniciantes, que precisam se afastar das suas funções na vida pública ou privada e se dedicar durante um período de cerca de um mês e meio para conseguirem se eleger.

As campanhas eleitorais podem custar caro.

Para este ano de 2020, na cidade de São Paulo, por exemplo, os candidatos a vereador têm um limite de gastos na casa dos R$ 3,6 milhões. Os 14 interessados na prefeitura paulistana podem gastar ainda mais, com um limite de R$ 51,7 milhões no 1º turno — e mais R$ 20,7 milhões caso haja segundo turno.

Esse é o limite, mas qual é o mínimo? Não há. A legislação prevê que os partidos tenham um total de R$ 2 bilhões do Fundo Eleitoral de Financiamento de Campanha (FEFC), mas esse montante não é distribuído de forma igualitária entre candidatos nem entre as próprias legendas.

Os critérios devem ser definidos pelas direções partidárias, mas a Justiça tomou decisões sob a justificativa de garantir que candidaturas de grupos historicamente sub-representados sejam financiadas.

Assim como em 2018, os partidos deverão destinar 30% do valor recebido para candidatura de mulheres. E o STF já tem maioria para determinar que o Fundo Eleitoral, assim como o tempo de televisão, seja distribuído de forma proporcional às candidaturas de brancos e negros.

Como se paga uma campanha?

Há três possíveis formas para candidatos arrecadarem recursos a fim de custear as suas campanhas.

Os postulantes podem investir recursos próprios, receber doações de pessoas físicas (transferências diretas ou financiamento coletivo) e/ou contar com fatias de fundos públicos, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Importante deixar claro que, apesar da criação do Fundo Eleitoral em 2017, não há a obrigatoriedade de que todos os candidatos recebam uma parte do montante repassado ao partido. Também não há uma uniformidade entre os partidos políticos sobre quanto cada legenda recebe.

Dos 33 partidos políticos brasileiros, 31 receberão os recursos do FEFC. O Partido Novo abriu mão dos R$ 36,5 milhões a que teria direito, enquanto o PRTB abdicou de R$ 1,2 milhão.

Entre os demais, há uma discrepância considerável. PT e PSL terão direito a uma cota na casa dos R$ 200 milhões, enquanto outras legendas, como PSTU e o Unidade Popular, receberão o mínimo possível, o equivalente a R$ 1,2 milhão.

O Fundo Eleitoral é calculado a partir de uma fórmula em que 2% são divididos igualmente entre todos os partidos e o restante segue critérios relacionados ao resultado nas eleições anteriores para a Câmara dos Deputados e para o Senado.

Os partidos podem definir o critério de distribuição como acharem justo. Esses critérios devem ser elaborados e submetidos a uma votação interna.

Pessoas físicas

Em 2015, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional as doações de pessoas jurídicas em campanhas eleitorais. Trocando em miúdos, o STF impediu empresas de doarem para campanhas eleitorais, como era permitido até o pleito de 2014.

Sem os montantes repassados pelas companhias, os candidatos precisaram recorrer ao financiamento por meio dos eleitores. São três modalidades.

Uma é o autofinanciamento. Candidatos podem doar para si mesmos, mas a partir desta eleição há um novo limite de 10% dos gastos totais permitidos pelo candidato. Em 2018, quando esse limite não existia, foram registrados casos como o de Henrique Meirelles, que concorreu a presidente pelo MDB gastando R$ 57 milhões em recursos próprios, o total investido na campanha.

Apesar de serem recursos próprios, o candidato deve informar à Justiça Eleitoral a origem do dinheiro e como foi gasto. As doações recebidas de terceiros também devem ser informadas.

Neste caso, o limite é de 10% dos rendimentos brutos recebidos por quem doou no ano anterior. Por exemplo, uma pessoa com salário bruto de R$ 5 mil, que tenha recebido entorno de R$ 60 mil no ano passado, não pode doar mais de R$ 6 mil. O parâmetro, decidiu o TSE, é o rendimento somado do doador e cônjuge.

Pré-candidatos puderam, desde o mês de maio, pedir doação por meio de plataformas de financiamento coletivo. A legislação determina que esse valor seja armazenado pelas plataformas e repassado aos candidatos apenas após o registro da candidatura.

CNN Brasil

Emporio

Foto: Divulgação

O governo lança nesta quarta-feira um pacote de medidas para o setor de aviação, na tentativa de reduzir custos de um dos segmentos mais afetados pela pandemia. Chamado de “Voo Simples”, ele terá novas regras para pilotos.

Entre elas está o fim do período de validade da carteira de habilitação de pilotos e mudança no treinamento em simulador. Hoje, isso precisa ser feito uma vez por ano. Com as mudanças, o prazo exigido será de dois anos. Isso pode ser bom principalmente para pilotos que perderam emprego na pandemia.

O Globo

lula

Dada a largada na corrida para ver quem vai conseguir comprar a Laureate no Brasil, embaralhando o ranking do mercado de ensino superior privado no país, antigos donos de instituições vendidas para a multinacional americana no passado agora analisam o cenário de fora e tentam prever o resultado. Para Gabriel Mario Rodrigues, que fundou a Anhembi Morumbi nos anos 1970 e depois vendeu à Laureate em 2005, a compradora mais adequada seria a Ânima.

Nesta terça (6), a Yduqs e a Ânima apresentaram suas propostas para competir com a oferta feita pela Ser Educacional, que envolve R$ 4 bilhões.

Seja quem for o vencedor que vai levar a Laureate, a brincadeira no setor é que uma delas sai vitoriosa na largada: a Ser Educacional, porque, pelo acordo, ela ganha a multa rescisória de R$ 180 milhões se for preterida.

PAINEL – FOLHA

Paraú, uma cidade pequena com aproximadamente 3 859 habitardes IBGE/2017. Na atual administração municipal, um dos principais objetivos é levar qualidade de vida para a população Parauense.

Hoje, paraú vive um novo momento na administração da gestora municipal, Maria Olímpia e seu vice, Dr. Márcio, fazendo um lindo trabalho, em apenas 2 anos de gestão.

Hoje a Prefeitura tem investido em obras de drenagem e pavimentação em todo o município, transformando a cidade em um verdadeiro canteiro de obras.

Maria Olímpia assumiu a Prefeitura em abril de 2018 e com apenas 2 meses de mandato conseguiu com o Deputado Federal Beto Rosado, uma emenda parlamentar no valor de R$ 910 mil destinado a pavimentação.

Com a Emenda garantida, a prefeita determinou que os recursos fossem destinados para a pavimentação das Ruas: Rua Tenente Zumba, Rua Rosalia Gondim,Travessa Girassol, Rua Vicente Ferreira da Cunha, Rua José Leal, Rua Pedro Cazuza, Rua Padre Amaro, Rua Prof. Hemetério I, Rua Prof. Hemetério II e Rua Raimunda Oliveira.

A Obra iniciou pela Rua Tenente Zumba, no junto Almeida Júnior, que agora recebe o tão sonhado calçamento que gestores anteriores nunca conseguiram calçar. Hoje, na gestão de Maria Olimpia, os moradores se alegram com o calçamento, com calçada com intertravado.

No último mês, a Prefeitura de Paraú concluiu as obras de pavimentação nas seguintes Ruas pavimentadas na Atual Gestão, são elas: Rua Américo Martins, Rua Antônio Jacome, Rua Capitão Manoel Martins, Rua Divino Espirito Santo, Rua João Pedro Lopes, Rua Manoel Galdino de Aquino, Travessa Raimundo Galdino de Aquino, Rua Raimundo Galdino de Aquino e Travessa Vicente Loureço.

Obras são muito importantes para o município e a atual gestão vem lutando pelo sonho de levar a pavimentação buscando recurso em Brasília para toda a população.

Enquanto a oposição não mostra uma proposta, só ataca e faz baixarias, Maria Olímpia continua firme seu trabalho, com uma política séria de uma gestão que muito fez por Paraú nesses últimos 2 anos, e irá continuar fazendo muito mais nos próximos 4 anos!

lula

Governadoria do Rio Grande do Norte — Foto: Thyago Macedo

O Governo do Rio Grande do Norte autorizou realização de atividades coletivas, incluindo eventos como shows, atividades esportivas, feiras e exposições, em decreto publicado nesta terça-feira (6). Porém, de acordo com o texto, os organizadores dos eventos precisam apresentar protocolos para receber autorização da autoridade sanitária.

Na prática, o decreto suspende um artigo de um decreto publicado no início de abril que proibia as atividades coletivas de qualquer natureza, públicas ou privadas, no estado, como shows, feiras e exposições.

De acordo com o governo, essas atividades, agora liberadas, ficam condicionadas à obediência dos protocolos gerais de medidas sanitárias estabelecidos por portarias, além de portarias específicas.

Uma portaria do estado, publicada em setembro, já determinou como devem ser os protocolos seguidos por eventos corporativos, técnicos, científicos e convenções. Nesse caso, os eventos não precisariam de autorização.

Por outro lado, eventos como shows, que ainda não tiveram regras específicas publicadas pelo Estado, precisam apresentar seus protocolos para receber autorização.

“A realização de shows ou de eventos de massa não contemplados pela Portaria Conjunta nº 026/2020 – GAC/SESAP/SEDEC/SETUR, de 21 de setembro de 2020, ficam condicionados a autorização específica pela autoridade sanitária, mediante apresentação de protocolo pelo interessado, até que sobrevenha protocolo específico instituído por Portaria Conjunta”, diz o decreto.

Segundo o governo, a manutenção da atual taxa de transmissibilidade (RT) e do baixo índice de ocupação dos leitos clínicos e de UTI para Covid-19 é “condição essencial” para evitar o retorno às medidas mais rígidas de isolamento social e o decreto também levou em consideração o início das atividades relativas às campanhas eleitorais.

Fonte: G1RN

lula

Foto: Ilutrativa/Pixabay

Abrigando incontáveis formas de vida, a Terra, ao que parece, pode não ser exatamente o melhor lugar do Universo para manter seus residentes. Cientistas da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, identificaram 24 planetas fora da Via Láctea que podem conter elementos mais atrativos que os de nosso lar. Alguns deles, inclusive, orbitam estrelas melhores que o Sol.

Sendo exemplares mais velhos, maiores, um pouco mais quentes e até mais úmidos. Aparentemente, até organismos se desenvolveriam neles com mais facilidade, e suas estrelas teriam longevidade maior do que a da nossa. Todos se encontram a uma distância superior a 100 anos-luz daqui. Ainda assim, Dirk Schulze-Makuch, líder do estudo, disse que a descoberta pode ajudar a concentrar observações futuras e auxiliar na procura por outras “casas” potenciais.

“Com os próximos telescópios espaciais chegando, teremos mais informações. Por isso, é importante selecionar alguns alvos. Temos que nos concentrar em certos planetas que têm as condições mais promissoras para a vida complexa. No entanto, temos que ter cuidado para não ficarmos presos à procura de uma segunda Terra, porque pode haver planetas que podem ser mais adequados à vida do que o nosso”, explicou o pesquisador ao Phys.org.

Para a análise, Schulze-Makuch, geobiólogo com experiência em habitabilidade planetária, juntou-se a dois colegas para identificar critérios da chamada super-habitabilidade, os astrônomos Rene Heller (do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, na Alemanha), e Edward Guinan (da Universidade Villanova, nos EUA). Aí, selecionaram bons candidatos entre os 4,5 mil exoplanetas conhecidos além do nosso Sistema Solar.

Habitabilidade: nota… 4!

Depois de formarem uma lista, os responsáveis pela análise levaram em consideração o fato de que as estrelas em torno das quais os astros orbitam devem ter combustível suficiente para permanecerem ativas até a vida complexa florescer (pelo menos 4 bilhões de anos e, claro, mais do que os 10 bilhões de anos do nosso Sol) e que os planetas proporcionem tempo o bastante para o avanço da evolução – além de que não sejam velhos a ponto de esgotar seu calor geotérmico ou de perder campos geomagnéticos de proteção. O ponto ideal é que tenham entre 5 bilhões e 8 bilhões de anos.

O tamanho (10% maior do que o do “planeta azul”) e a massa (1,5 vez maior que a daqui para reter aquecimento interno e manter a gravidade da atmosfera) não ficaram de fora, assim como a presença de água, se possível, em temperaturas na superfície de 5 graus Celsius maiores que as daqui. Um pouco mais de calor é melhor, pois auxilia na biodiversidade.

Infelizmente, nenhum dos 24 atingiu todos os critérios, mas ao menos 1 tem 4 características que o tornariam mais convidativo que a Terra. “Às vezes é difícil transmitir esse princípio de planetas super-habitáveis porque pensamos que temos o melhor planeta”, apontou Schulze-Makuch.

“Temos muitas formas de vida complexas e diversas. Muitas que podem sobreviver em ambientes extremos. É bom ter uma vida adaptável, mas isso não significa que temos o melhor de tudo”, ele afirmou.

Lembrando que habitabilidade não significa que esses planetas carreguem, necessariamente, vida. Portanto fica o mistério: temos vizinhos espaciais ou não?

Via Tecmundo e Galileu

lula

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