O domingo será marcado pela apresentação de vários artistas em lives para ver em casa.

Confira a programação para hoje:

Neguinho da Beija Flor e Karinah – 12h – Link

Humberto e Ronaldo – 16h – Link

Gusttavo Lima e Jonas Esticado – 18h30 – Link

Ceumar (Em Casa com Sesc) – 19h – Link

Zeca Baleiro e Jerry Espíndola – 20h – Link

Teresa Cristina – 22h – Link

Na manhã de hoje 16.08 filiados e Pré candidatos a Prefeito e Vereadores do partido Social Cristão – PSC se reuniram para traçar ações e metas na construção de uma política de todos para todos.
Dentre eles:

1° Daliane Lopes
2° Maria das Graças
3° Jane Cleide Ferreira
4° Ana Kelijia
5° Wallisson Farias
6° Aldemir Trajano Galvão
7° Glaywson Breno
8° Vanclecio Camilo
9° Joseilton da Silva
10° Dorielson Soares
11° Jóison Marinho
12° Josilvan Amâncio
13° Adailton Ramos
14° Rairan Parcelle
15° Jarbas Rocha

lula

As empresas CLPT Construtora Eireli EPP e Construção e Serviços Alfa Ltda., foram habilitadas no primeiro estágio licitatório da Concorrência Pública nº 001/2020, que objetiva a contratação, pela Prefeitura Municipal do Assú, de empresa do ramo de construção civil, para execução dos serviços de pavimentações método Tratamento Superficial Duplo (TSD) em cinco ruas do conjunto residencial Parati 2000, no bairro João Paulo II, setor suburbano do município.

O TSD consiste na aplicação de ligantes asfálticos e agregados na pista sem uma mistura prévia e com compactação, resultando no recobrimento de pequenas irregularidades.

Por outro lado, foram consideradas inabilitadas as empresas Anchieta & Fonseca Ltda., Construtora Oliveira e Melo Ltda. EPP e Pactual Construções Ltda.

O aviso que trata do tema teve veiculação quinta-feira última (13) por intermédio do Diário Oficial do Município, assinado pela presidente da Comissão Permanente de Licitação (CPL) do Executivo assuense, Elisângela Dantas.

Fila em agência da Caixa Econômica para retirar o auxílio emergencial | Foto: Gabriel de Paiva/27-7-2020 / Agência O Globo

Programas emergenciais para enfrentamento da pandemia da Covid-19 levaram à redução temporária da desigualdade no Brasil, aponta estudo. O auxílio emergencial, por exemplo, evitou a queda de 23,5 milhões de brasileiros para a pobreza.

Outras 5,5 milhões de pessoas tiveram aumento de renda com a ajuda do governo –o impacto total é sobre ao menos 29 milhões de brasileiros.

Sem ações federais, a desigualdade teria crescido de forma acentuada.

As conclusões são de estudos de Rogério Jerônimo Barbosa, da USP (Universidade de São Paulo), e Ian Prates, do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).

Nota técnica do Boletim Mercado de Trabalho, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostra os efeitos do benefício de R$ 600 e da redução de jornada e corte de salário. Os resultados estão em constante atualização.

As medidas foram adotadas pelo governo Jair Bolsonaro em abril. O auxílio é voltado a informais e atende 65,9 milhões de pessoas.

Previsto inicialmente para abril, maio e junho, o benefício foi prorrogado até agosto (cinco meses). Com isso, o custo do programa alcança R$ 254,2 bilhões.

A redução de jornada com corte de salário socorre trabalhadores formais e empresas. Até o momento, foram fechados 16,2 milhões de acordos. O programa foi estendido para durar até quatro meses.

Antes, seriam três meses para redução e dois para suspensão do contrato de trabalho. Ao todo, o programa custa R$ 51,6 bilhões, pois o governo banca uma parte da redução da renda do trabalhador.

“Na ausência de qualquer benefício dessa natureza, a desigualdade teria aumentado de modo constante e rápido”, escrevem Barbosa e Prates, na nota publicada pelo Ipea em julho.

Os pesquisadores cruzaram dados da Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar), do Caged (Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados) e dos dois programas.

Os indicadores avaliados são emprego, renda, taxa de pobreza e coeficiente de Gini (indicador de desigualdade). É considerada pobre a pessoa com renda domiciliar per capita inferior a R$ 348,33 (um terço do salário mínimo, de R$ 1.045).

Os pesquisadores revisam os dados regularmente. Com a dinâmica dos efeitos da pandemia no mercado de trabalho, a realidade os surpreendeu, negativamente.

“Quando a Pnad Covid-19 sai, ela traz, além do que previmos, uma série de outros fatores, e um é que o volume de desemprego tinha sido maior do que os nossos cenários simulados”, diz Barbosa.

“O efeito do desemprego é muito maior. E havia outras formas de perda de renda que nós não contemplamos no estudo.” Uma delas são as reduções de jornada, não apenas as acordadas em razão de lei.

Segundo os pesquisadores, os brasileiros foram forçados a deixar de trabalhar ou a trabalhar menos horas. Com isso, claro, perderam renda.

Nesse universo, entram trabalhadores com alta qualificação, em home office e jornada e salário reduzidos, por exemplo, e informais, como domésticas e eletricistas. “Por causa da pandemia, parte dessas pessoas não está sendo recebida em casa”, diz Prates.

Pela atualização, publicada em boletim da Rede de Pesquisa Solidária, a queda da renda do trabalho é gritante.

Em 2019, a renda média domiciliar per capita era de R$ 1.441. Neste ano, caiu para R$ 1.191. Sem o auxílio emergencial, o valor seria R$ 110 menor –ou seja, R$ 1.081.

Esse cenário revelou os efeitos dos programas. Sem o benefício de R$ 600, a taxa de pobreza teria ido a 29,8% da população –isso equivale a 63,1 milhões de brasileiros.

“O auxílio emergencial foi uma política desenhada pelas necessidades de momento. Ele deu um valor às famílias que é muito mais alto do que elas estavam acostumadas a ganhar”, diz Prates.

O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade, caiu a 0,492. Sem as medidas, teria chegado a 0,569 –patamar registrado nos anos 1980 e 1990.

Prates, porém, pondera. “Olhar os dados da pandemia como estáticos, ou seja, dizer que a pobreza caiu sem levar em conta que já estávamos em uma situação de crise, e a pandemia em si vai ter consequências de longo prazo, é um olhar um tanto quanto limitado”, diz.

“Existiu um período pré-pandemia e vai existir um pós-pandemia. As políticas que estão sendo usadas durante a pandemia são temporárias.”

Com a pandemia, o governo conseguiu criar os dois programas sem restrições orçamentárias. Porém, só valem no período de calamidade pública, prevista até dezembro.

O Ministério da Cidadania, responsável pelo auxílio emergencial, ressalta que, segundo dados levantados pelo IBGE, o benefício chegou a 80% dos domicílios mais pobres. Por isso, tem movimentando a economia e amparado os carentes.

O programa de redução de jornada com corte de salários tem impacto mais ameno, segundo Barbosa e Prates. Mesmo assim, altera o Gini, em razão da equalização, o que leva à redução da desigualdade.

Para o secretário de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o programa evitou demissões em massa e, agora, serve de inspiração internacional. “Outros países e organismos já têm observado as ações do Brasil”, diz.

Os programas têm efeitos artificiais e provisórios, afirmam os pesquisadores. “[Com o fim do auxílio] a desigualdade [deve] crescer vertiginosamente para patamares que não víamos desde os anos 1980.”

Pesquisa Datafolha publicada na quinta-feira (13) mostra os efeitos dos programas sobre a imagem de Bolsonaro. Em campanha antecipada pela reeleição, o presidente viu a avaliação positiva do governo subir. Entre os que recebem o auxílio emergencial –40% dos entrevistados–, 42% avaliam o governo como ótimo ou bom.

Técnicos do Ministério da Economia enfrentam dificuldades para conseguir recursos no Orçamento que financiem o Renda Brasil. A ideia é unificar o Bolsa Família –umas das marcas mais fortes de governos petistas– a outros gastos sociais, como abono salarial e salário-maternidade.

O plano é remanejar dinheiro dentro do Orçamento. Assim, preserva-se a regra do teto de gastos que impede o aumento de despesas acima da inflação do ano anterior.

“Evitar esse legado da pandemia [alta da desigualdade] por meio de um sistema de proteção social sólido é um dos principais desafios para os tempos futuros”, escrevem Barbosa e Prates.

FolhaPress

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lula

Já há alguns dias que não param de chegar mensagens, vídeos. É o muído que tem sido gerado na montagem da chapa da oposição para prefeito de Areia Branca. A definição tem sido marcada por brigas e segue indefinida.

O ex-candidato a prefeito Toninho Cunha, derrotado pela atual prefeita Iraneide em 2016, anunciou em suas redes sociais que estava repensando sua candidatura devido a problemas de saúde. Com isso, o atual vice-prefeito da cidade, João Paulo Borja, que rompeu com a atual prefeita e que seria candidato a vice de Toninho, reivindicou ser ele o candidato a prefeito.

Já o ex-vereador Sandro Góis, que foi o vice de Toninho na eleição passada, não aceitou e passou brigar pela posição. Mas o deputado Souza, irmão de Toninho, não quer abrir a ‘cabeça de chapa’ pra ninguém, já que tem uma posição política forte na cidade desde que comandou o município. Se não for o irmão do deputado, vai ser o sobrinho, Netinho que é filho de Toninho.

O problema é que o pai de João Paulo Borja, que dá as cartas pelo filho, não gostou nada disso e em meio à discussão gerada no grupo. Por pouco não sai tapa entre os integrantes da reunião.

Há poucos dias do prazo das convenções partidárias, a oposição de Areia Branca ainda busca uma chapa pra chamar de sua e o clima para se chegar a um consenso não parece bom.

Imagens: Reprodução
O crime aconteceu por voltas das 15h30min de sábado, 15 de agosto, ao lado do Hospital Publico da Serra do Mel.
Francisco Miguel de Azevedo Júnior “Chico do Avenida”, foi morto a tiros dentro de seu mercadinho.
Ele era primo do prefeito da cidade de Serra do Mel, Josivan Bibiano de Azevedo.
Segundo informações, dois elementos chegaram no comércio, perguntando se tinha doces pra vender.
Quando o comerciante saia de dentro do comércio com os doces, foi rendido e morto com vários tiros, principalmente na cabeça.
Ainda segundo informações, os criminosos perguntaram se “Chico” ele estava armado. Quando ele levantou a camisa, numa demonstração que não portava arma de fogo, foi baleado e morreu no local.
Fonte: O Câmera 

O BLOGDOBG pública essa semana em parceira com os institutos SETA e Perfil pesquisas realizadas em Natal, Macaiba, Areia Branca e Riachuelo.

A primeira será nesta segunda-feira (16), a de Natal. A primeira pesquisa da série de 6 contratada ao instituto SETA.

Com 1000 entrevistas, a pesquisa vai trazer cenários eleitorais para 2020 e 2022.

Também avaliação do presidente, da governadora e do prefeito de Natal.

Também o sentimento da população para a Câmara Municipal da capital potiguar.

Emporio

Mesmo já tendo retomado todas as atividades econômicas há mais de dez dias, o Rio Grande do Norte continua se destacando no cenário nacional quando se fala em redução do número de mortes por covid-19. Segundo dados atualizados neste sábado (15) pelo consórcio de veículos da imprensa, o Estado potiguar aparece como primeiro no Nordeste e segundo no Brasil em redução dos óbitos provocados pela covid-19. De acordo com os dados do consórcio, com –55% o RN só fica atrás do Acre (-67%) em redução de mortes causadas pela covid-19.

O Rio Grande do Norte iniciou no último dia 8 de agosto a terceira e última fase da retomada das atividades econômicas, quando foram autorizados a funcionar em todo o Estado os bares e restaurantes com mais de 300 metros quadrados, shoppings e academias que funcionam com ar condicionado. Esses estabelecimentos, no entanto, já estavam autorizados a funcionar na capital potiguar antes de 8 de agosto por força de decretos municipais.

Conforme mostram os dados do consórcio, 12 estados apresentaram desaceleração na média móvel de mortes por covid-19 neste sábado (15), e cinco tiveram alta no índice. Ainda de acordo com dados, todas as regiões do país indicaram estabilidade na variação de 14 dias: Centro-Oeste (-2%), Nordeste (-13%), Norte (0%), Sudeste (-4%) e Sul (+4%).

Grande Ponto

Emporio

Foto: Edu Garcia/R7

Levantamento feito pela Kayak, empresa especializada em pesquisa de viagens, a pedido do R7 Economize, aponta redução nos valores de passagens aéreas pesquisadas em junho e julho de 2020 na comparação com o mesmo período em 2019.

A maior diferença foi encontrada em passagens aéreas para Orlando, nos Estados Unidos.

Houve uma redução de 60,09% nos preços das passagens compradas entre dezembro 2019 e janeiro de 2020 na comparação com dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

Já nos voos nacionais, a maior diferença foi identificada em viagens para Recife, com redução de 43,43% para quem for comprar uma passagem para dezembro deste ano ou janeiro de 2021.

A pesquisa tem como base a média de preço das passagens aéreas com saída de todos os aeroportos do Brasil.

Com as passagens aéreas até 60% mais baratas, será que é hora de planejar aquela viagem de férias que não foi possível este ano?

Aproveitar ou não o momento para economizar na viagem das férias é uma dúvida que atinge muita gente. Afinal, será que a pandemia vai terminar antes da data escolhida para descansar?

 

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De acordo com os dados do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN observados na manhã deste domingo (16), o RN tem neste momento menos da metade dos leitos críticos e clínicos ocupados.

A ocupação dos leitos críticos é de 49,84%, com 124 deles disponíveis. Já a ocupação de leitos clínicos é ainda menor, 38,78%, com 160 leitos disponíveis.

lula

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