Blog De olho no Assú
04 - dez/2018

Ensino médio do país tem nova base curricular aprovada

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou nesta terça-feira (4) a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do ensino médio. O documento define o conteúdo mínimo que será ensinado em todas as escolas do país, públicas e privadas, no ensino médio.

Na prática, a BNCC deverá ser implementada até 2020. “A grande diferença do ensino médio a partir de agora é uma mudança, um ensino médio que não é mais o mesmo ensino médio para todo mundo. Ele precisa trabalhar com diferenças que existem do ponto de vista regional e até individual do próprio estudante”, diz o presidente da comissão da BNCC no CNE, Eduardo Deschamps.

A partir da BNCC, os estados, as redes públicas de ensino e as escolas privadas deverão elaborar os currículos que serão de fato implementados nas salas de aula. Para isso, terão dois anos.

A BNCC tem como norte o novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, que entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

“Vemos esse processo como um ganho para a educação brasileira”, diz a secretária de Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Kátia Smole. Segundo ela, governo se preparou para apoiar os sistemas de ensino e as redes estaduais no processo de implementação da BNCC. “Vamos seguir acompanhando enquanto estivermos aqui”, enfatiza.

Discussão

O documento foi aprovado hoje por 18 votos favoráveis e duas abstenções: do ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), professor Chico Soares e da conselheira Aurina Santana.

A BNCC começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff e, após o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos. As sessões de discussão do documento no CNE têm sido conturbadas. Duas das cinco audiências públicas, em São Paulo e em Belém, foram canceladas.

Na segunda-feira (3), Chico Soares, que era relator do documento, deixou a relatoria. O Conselheiro Joaquim Soares Neto assumiu no lugar dele. “Sou completamente favorável a que haja uma Base que especifique os direitos do país, no entanto, nesse momento, estamos deixando de fora uma estrutura, para mim essencial”, disse Soares, que foi um dos únicos que se absteve na votação hoje. O conselheiro explica que a BNCC traz uma nova proposta de educação que não é mais estruturada em disciplinas, como é hoje.

Isso, segundo ele, encontrará várias barreiras para ser implementado, incluindo a alocação de professores. A BNCC não contempla os itinerários formativos que poderão ser escolhidos pelos estudantes. Nessa etapa da formação, a questão das disciplinas terá dificuldade maior de implementação, na avaliação de Soares.

Presente na reunião de hoje, a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum Curricular, Alice Ribeiro, disse que houve avanços importantes comparando o documento da BNCC apresentado em abril e o documento final. Segundo ela, as redes de ensino passarão a contar com “a faca e o queijo na mão”, para implementar o novo ensino médio.

Implementação

Após revisão, a BNCC será encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada, no dia 14 de dezembro. Junto com a homologação, segundo Kátia, o MEC apresentará os referenciais para que servirão de norte para as redes de ensino implementarem os itinerários formativos.

Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do ensino médio, terão um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la, ou seja, o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.

Ainda terão que ser adequados ao novo ensino médio, os livros didáticos, a formação de professores e o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

R7

A Prefeitura de Jardim do Seridó publicou, na última sexta-feira, 30, o edital para a realização do Concurso Público Municipal 2018. As inscrições serão feitas pelo site: www.funcern.br no período de 20 de dezembro de 2018 a 01 janeiro de 2019.

As provas escritas serão realizadas dia 17 de janeiro de 2019. A divulgação do resultado acontecerá até o dia 26 de março de 2019. Os valores das inscrições variam de R$ 80 (oitenta reais), para cargos de nível fundamental e nível médio, e R$ 100 (cem reais) para os cargos de nível superior.

Informações sobre os prazos de pagamentos, recursos, taxas entre outros podem ser encontradas no edital do concurso. As dúvidas relativas ao certame deverão ser encaminhadas exclusivamente através do e-mail: [email protected]

Serão 27 cargos no total. Os salários variam de R$ 954 a R$ 10.000,00.

Click Aqui e veja o Edital.

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04 - dez/2018

Assu sem água durante dois dias

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O sistema de abastecimento de água de Assu terá uma parada no funcionamento nos dias 5 e 6 deste mês para que seja realizado serviço na Estação de Bombeamento Jerônimo Rosado (EB1), segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern).

A Caern informou que a estação está passando por uma reforma e, nos dois dias, equipes estarão trabalhando na substituição da chave de acionamento dos motores.

A suspensão no abastecimento vai atingir toda a cidade de Assu. Logo que o serviço for concluído, com previsão do final da tarde do dia 6, o sistema será religado, com a rede sendo totalmente pressurizada em até 48 horas.

A equipe de transição do governo Robinson Faria para o governo Fátima Bezerra, conta com a contribuição de Luiz Carlos petroleiro como representante da região do vale do Açu, integrando a equipe que está trabalhando as questões envolvendo os recursos hídricos e contratos do estado.

A importância de Luiz Carlos nesse trabalho de transição representa uma afinidade da governadora eleita Fátima Bezerra com o vale do Açu, demonstrando respeito a região e que quer ter conhecimento de suas necessidades e carências.

REGIStrando

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03 - dez/2018

Quem ficará com os cargos federais no RN?

Geralmente, os cargos federais no Estadosão loteados entre os deputados federais esenadores que apoiam o Governo. No RN, a CBTU é indicação de Fábio Faria (PSD); aCodern, de Walter Alves (MDB); o Ibama, de Rogério Marinho (PSDB); a Funasa, de Beto Rosado; Felipe Maia (DEM) tem cargos na Educação; e assim sucessivamente.

Será que o PSL ficará com todas as indicações?

É somente uma pergunta.

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03 - dez/2018

A outra face: Esclarecimentos sobre Ivan e Patrício Jr.

 

No ficcional, me chega uma informação, interessante: o escrevente dos
cabriteiros entendeu o espírito da coisa. Está reclamando
da pouca remuneração recebida, e agora usa as ofensas contra os Soares, como forma do criador atacar seu chefe: CHEFÃO DOS CABRITEIROS.

Na real, os ataques sobre as diárias anuladas pela administração da prefeitura e criticadas pela mídia simpática ao ex prefeito Ivan, querendo induzir uma investigação do MPE, é uma boa ideia. Devemos juntar esse
pedido, a uma investigação do MPE, nas diárias recebidas por Ivan ,
no valor de mais de 100 mil reais, em seus anos como prefeito. Parte dos
mais de 06 milhões de reais da riqueza da família milionária com dinheiro público.

Outra do mundo real: qual o papel do PATRÍCIO JÚNIOR, no enriquecimento da família do compadre Ivan ? Por exemplo, dizem ser de confiança da mídia simpática ao Ivan Jr. Pela conversa que ele teve com Ronaldo, ficou muito evidente esse entrosamento. Por exemplo,
na crise entre o Dr. Caio Lopes e Ivan júnior, dizem que foi até ao Rio
Grande do Sul, amenizar.

A Clínica de Hemodiálise, onde o Dr Caio Lopes possuía 20% de seu capital ( VERDADEIRA FORTUNA) até hoje
esse negócio é um mistério. Bom de esclarecer.

No mais é o mesmo modelo: IVAN, O RICÃO, ataca os Soares , com medo de olharem para as traquinagens dele. Tem gente que sabe tudo. Abs, Eridu.

Se a final da Taça Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, que foi remarcada para o próximo domingo no Santiago Bernabéu por conta de ataques de fanáticos do River no ônibus do time rival, está cercada de polêmicas, os fãs do Real Madrid, dono do palco, não querem nem saber. Neste domingo pela manhã, na abertura da venda de ingressos para sócios merengues, sete mil bilhetes que estavam disponíveis rapidamente se esgotaram.

Cada sócio do Real Madrid tinha direito a comprar até dois ingressos, os valores variavam entre € 80 (R$ 350) e 220 (R$ 963). Em aproximadamente uma hora, todos os ingressos disponíveis para os sócios do time galáctico estavam esgotados.

Na noite deste sábado, a Conmebol confirmou como seria a divisão de ingressos para a finalíssima da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, no próximo. O mais importante: cada clube terá direito a apenas cinco mil ingressos para residentes na Argentina.

A entidade alegou motivos de segurança para uma quantia tão limitada, mas definiu que os dois podem ter até 25 mil torcedores cada, contabilizando 20 mil entradas que serão vendidas no próprio site da Conmebol para quem não vive na Argentina.

O restante (22 mil) da carga total de 72 mil ingressos é dividido entre patrocinadores, VIPs e público em geral.

Globoesporte.com

Um respiro. É assim que os analistas definem a trégua de 90 dias na guerra comercial acertada na noite de sábado entre Donald Trump e Xi Jinping, num jantar em Buenos Aires após o encerramento da reunião do G-20. O acordo temporário prevê que os Estados Unidos não vão elevar de 10% para 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na virada do ano, enquanto a China se compromete a aumentar as compras, sem especificar a quantidade, de produtos industriais, agrícolas e do setor de energia, como combustíveis.

A pausa nas tensões comerciais deve servir como sinal de alívio aos mercados financeiros, que temiam os efeitos para a economia global de uma escalada do conflito, mas não garante que um acordo definitivo possa ser alcançado facilmente. Enquanto o prazo para um entendimento começa a correr, especialistas avaliam que as exportações brasileiras serão afetadas, já que os dois gigantes são os maiores parceiros comerciais do país.

Embora o Brasil se beneficie da melhora do ambiente econômico global, assim como o restante do mundo, especialistas ponderam que o conflito resultou num aumento das exportações de soja para a China. As vendas ao exterior de janeiro até a quarta semana de novembro somaram 78,5 milhões de toneladas, o equivalente a dez milhões a mais do que o resultado de todo o ano passado, impulsionadas pelas compras de Pequim. Normalmente, os chineses compram a maior parte da soja no quarto trimestre dos EUA, quando ocorre a colheita no país e a safra brasileira ainda está se desenvolvendo. Especialistas avaliam que, se o acordo for adiante, a China pode dar prioridade a bens americanos, o que traria riscos ao Brasil no médio e longo prazos. Brasil e EUA são concorrentes em produtos como soja, carne, frango, milho e aviões.

– O Brasil está totalmente refém nestas negociações entre EUA e China. Nem mesmo na soja, que somos grandes produtores, temos influência na formação de preços. Se os chineses quiserem ser duros com o Brasil, ainda mais num momento em que o novo governo dá sinais de que quer maior alinhamento com os EUA, poderá substituir facilmente os fornecedores do produto – afirma Monica de Bolle, diretora do Programa de Estudos Latino-americanos da John Hopkins University.

Alta de 30% na soja

Segundo a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o país deve fechar o ano com alta de 30% nas exportações de soja, com vendas de 80 milhões de toneladas. José Augusto de Castro, presidente da AEB, avalia que o compromisso da China de comprar commodities dos EUA reverterá esse movimento, embora frise que o saldo da trégua é positivo, pois vinha afetando os preços dos principais produtos comercializados com a expectativa de demanda mais fraca.

– Num primeiro momento, é uma notícia favorável para o comércio mundial, mas gera uma preocupação. A compra maciça de produtos agrícolas dos EUA atingirá o Brasil – afirma, acrescentando que a expectativa, ainda preliminar, é que as vendas de soja recuem para 70 milhões de toneladas no ano que vem.

Após o encontro entre Xi e Trump, o principal diplomata do governo chinês, o conselheiro de Estado Wang Yi, disse que os dois lados concordaram em abrir seus mercados, acrescentando que enquanto a China avança numa rodada de reformas, as preocupações legítimas dos EUA podem ser resolvidas progressivamente.

As transações entre os dois países somaram US$ 635,3 bilhões no ano passado. Mesmo com a aplicação de tarifas ao longo deste ano, as exportações chinesas cresceram este ano 7,9%, enquanto as vendas americanas avançaram 3,1%. O déficit comercial dos EUA com a China no ano passadofoi de US$ 375 bilhões.

Para analistas, os chineses demonstraram “boa vontade” com a perspectiva de aumento do volume de compras durante a fase de transição do acordo, ação justificada com a perspectiva de reduzir gradualmente o desequilíbrio no comércio bilateral. Ainda assim, diante da ausência de um cronograma para as conversas e de uma declaração conjunta, analistas se mostraram céticos quanto à perspectiva de avanços reais em três meses. Se não houver acordo após esse período, as tarifas sobre os US$ 200 bilhões em produtos chineses sobem a 25%.

Tecnologia e mercados

O problema é que as tensões comerciais vão muito além da balança. Há divergências mais difíceis de resolver num prazo de 90 dias em áreas como transferência de tecnologia, propriedade intelectual, barreiras não tarifárias, roubo cibernético e acesso a mercados. Ainda assim, economistas ressaltam que o saldo é positivo para Trump, que tem conseguido avanços com sua “diplomacia do porrete”, ao aumentar a tensão entre as partes para forçar negociações, como fez com o novo Nafta e com a Coreia do Norte.

– Para a economia global foi uma boa notícia, tira do cenário a preocupação com o aprofundamento do conflito. A guerra comercial com a China é como uma luta de boxe: ganha quem suportar mais os golpes do adversário – afirma o economista Otaviano Canuto, acrescentando que, para o Brasil, a continuidade do conflito seria um quadro mais negativo. – Não ter acordo causaria problemas macroeconômicos, com impacto no juro dos EUA e desaceleração chinesa, o que não interessa ao Brasil.

Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e diretor do Centro de Economia Mundial da FGV, avalia que o saldo é positivo:

– Para o Brasil, é mais importante saber que não vai haver escalada protecionista. Se continuasse, o cenário que todos temiam era de contração do comércio mundial.

Nos mercados, Luiz Eduardo Portella, sócio-gestor da Novus Capital, espera alívio no câmbio e na Bolsa:

– Esse tema estava afetando não só o Brasil, mas todos os emergentes. Por mais que a trégua seja por 90 dias, eles assumiram compromisso de avançar nas pautas.

O GLOBO

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03 - dez/2018

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 10 milhões

O prêmio da Mega-Sena acumulou e poderá pagar R$ 10 milhões na próxima terça-feira (5). Isso porque nenhuma aposta acertou as seis dezenas do Concurso 2.102, sorteadas na noite deste sábado (1º), em Curitiba.

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03 - dez/2018

O jogo se inverteu

Enquanto vereadores chegaram à Assembleia e à Câmara Federal, poderemos ter figuras em decadência na política disputando o mandato de vereador em Natal. Figuras como Garibaldi Filho (MDB), José Agripino (DEM), Antônio Jácome(PODE) e Rogério Marinho (PSDB) podem disputar o mandato de vereador na próxima eleição.

Até o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT) pode entrar nessa lista, para continuar em evidência. A disputa de vereador é muito difícil. Existem muitos candidatos e as pessoas tendem a votar nos mais próximos delas. Então, mesmo sendo “medalhões” não se espera grandes votações dessas figuras, seguindo o exemplo de Wilma de Faria, que foi eleita com quatro mil votos.

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