Os números telefônicos de 419 milhões de usuários do Facebook vazaram na internet – a descoberta foi feita pelo pesquisador de segurança Sanyam Jain, que encontrou os dados em um servidor sem senha, o que permitia que qualquer pessoa tivesse acesso aos dados.

Segundo o site TechCrunch, os dados eram de usuários dos Estados Unidos, Reino Unidos e Vietnã. Jain diz que encontrou diversos números associados a celebridades, mas não conseguiu localizar o proprietário do banco de dados vazado.

Agora é lei:  – a segurança patrimonial de grandes eventos agora são de responsabilidade dos seus promotores.

Por grande eventos entenda-se aqueles que reúnem mais de mil espectadores e a segurança deverá ser prestada por vigilantes especialmente habilitados.

A lei determina que a segurança oferecida nesses eventos consiste em segurança privada exercida em eventos sociais e dentro de de estabelecimentos urbanos e rurais, públicos ou privados, com a finalidade de garantir a “incolumidade física de pessoas  e a integridade do patrimônio”.

Por Cassiano Arruda

Emporio

A saída do diretor-geral da Polícia FederalMaurício Valeixo, já é dada como certa pela corporação. Nos bastidores, a PF avalia que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi “emparedado” pelo presidente Jair Bolsonaro, vem sofrendo sucessivas derrotas no governo e perderá de vez o poder de comando se não tiver carta branca para indicar o substituto de Valeixo. A troca está sendo vista na PF como uma “capitulação” do ministro a interesses políticos.

Moro silenciou nesta quarta-feira, 4, diante de repórteres quando questionado se pretendia dispensar Valeixo. Em menos de três minutos, ele encerrou a entrevista, alegando ter outros compromissos. A atitude foi considerada “ridícula” por um integrante da cúpula da PF. O ministro conversou com Valeixo, por telefone.

Estado apurou que só o que falta, agora, é acertar a data da dispensa do diretor-geral, que tem férias de dez dias marcadas para a próxima segunda-feira.

O nome mais cotado para substituir Valeixo é o do atual secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres. O delegado é amigo do titular da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, desde a época em que o atual ministro era chefe de gabinete do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente. Torres, por sua vez, era assessor parlamentar de Fernando Francischini, hoje deputado estadual pelo PSL do Paraná. Alinhado com a pauta de segurança pública de Bolsonaro, o delegado representaria uma mudança de perfil no cargo.

“É um nome natural e de total confiança do presidente, que nós apoiamos”, afirmou o deputado Felipe Francischini (PSL-PR), filho de Fernando e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Torres já atuou em áreas como inteligência e combate ao crime organizado.

A insistência de Bolsonaro em mudar o diretor-geral da PF desencadeou uma crise na corporação e se tornou novo foco de desgaste para Moro, que já perdeu o comando do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Além do Coaf, o ministrou sofreu outros reveses, como o “desconvite” que foi obrigado a fazer à cientista política Ilona Szabó e o fato de Bolsonaro ter ignorado suas sugestões para o decreto de armas.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, na terça-feira, Bolsonaro disse que estava “tudo acertado” com o ministro sobre a substituição de Valeixo.

Na prática, a cúpula da PF está alarmada com a interferência do presidente nos trabalhos internos desde que ele anunciou a saída do superintendente da corporação no Rio, Ricardo Saadi, no dia 15 de agosto.

Na época, a resistência de Valeixo em aceitar o nome sugerido por Bolsonaro, o do delegado superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, acabou por colocá-lo na mira do presidente. “Se eu não posso trocar o superintendente, posso trocar o diretor-geral”, afirmou Bolsonaro, na ocasião.

Em sua equipe, Valeixo se cercou de nomes que trabalharam com a Lava Jato, entre eles o de Igor Romário de Paula, ex-titular da operação no Paraná. Igor foi nomeado diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor) da Polícia Federal, posto já ocupado por Valeixo. Além dele, foi indicado como diretor executivo Disney Rosseti, ex-superintendente da PF em São Paulo entre 2015 e 2018.

“Essa história de arejar a PF é que não entendemos. Se era para arejar, por que não se falou nisso em janeiro, quando foi trocada a administração da PF? O que deu errado de janeiro para cá? Por que esse movimento agora?”, criticou o presidente da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal, Edvandir Paiva, em referência à declaração de Bolsonaro de que era preciso dar uma “arejada” no comando da PF.

Bolsonaro nega que sua interferência na PF tenha ligação com a investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), seu filho primogênito. Flávio é suspeito de ter se beneficiado, quando era deputado estadual, em esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio – irregularidade que consiste em fazer o servidor devolver parte do salário ao parlamentar.

No Planalto, auxiliares do presidente afirmam que a relação entre ele e Moro melhorou, mas os dois já tiveram conversas muito duras. Um dos momentos mais tensos ocorreu em 23 de agosto, antes da cerimônia do Dia do Soldado. Seis dias depois, momentos antes de descer a rampa que dá acesso ao Salão Nobre do Palácio do Planalto, ao lado do ministro, Bolsonaro e ele haviam tido um diálogo ríspido por causa da insistência do presidente em mudar a direção da PF. Naquele dia, Moro quase deixou o cargo.

Em um gesto de reaproximação, Bolsonaro o chamou de “patrimônio nacional” em cerimônia no Planalto.

Ex-superintendente da PF no Paraná por duas vezes, Valeixo trabalhou com Moro na investigação do caso Banestado, há 15 anos. O atual diretor-geral da PF ficou à frente da diretoria de Combate ao Crime Organizado durante três anos na gestão de Leandro Daiello, o mais longevo comandante da corporação.

A intenção de Bolsonaro não é só mexer na Polícia Federal. O presidente já sinalizou que vai fazer mudanças também na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e na Receita Federal.

ESTADÃO CONTEÚDO

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reforma da Previdência deu na quarta-feira um importante passo no Senado, com a aprovação da admissibilidade da matéria pela  Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), partindo para a avaliação do plenário. Mas ainda há um longo caminho a percorrer e o projeto poderá sofrer alterações.

Para evitar que o texto principal, aprovado pela Câmara em agosto seja alterado e tenha de retornar para reavaliação dos deputados, o relator da proposta no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE) desmembrou a proposta em duas partes. A principal terá a retirada de alguns pontos, mas preservará a espinha dorsal do texto aprovado, podendo ser promulgada rapidamente.

A segunda é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) paralela, com mudanças efetivas, como inclusão de estados e municípios, que, depois de aprovada pelos senadores, terá de passar pelo crivo da Câmara.

Com o resultado da votação das duas propostas nesta quarta na CCJ, elas serão encaminhadas ao plenário do Senado para receber emendas. Se a proposta principal receber sugestões de novas modificações, o que exige 27 assinaturas de senadores, ela precisa voltar para a CCJ para que as emendas sejam apreciadas pelo relator.

Tasso terá 48 horas para analisar as sugestões e, após um intervalo de cinco sessões do plenário da Casa, remeterá o texto de volta para a votação do colegiado. Se houver acordo, esse prazo pode ser encurtado. Aprovada em dois turnos (mínimo de 41 votos),  a reforma será promulgada.

De acordo com o cronograma, a votação deve ocorrer no dia 24 de setembro em primeiro turno e no dia 10 de outubro, em segundo. Já a PEC paralela terá de retornar obrigatoriamente para a CCJ, se receber emendas ou não. Na Comissão, será designado um relator que vai elaborar um parecer e ele será votado normalmente quanto à sua admissibilidade.

A tendência é que o senador Tasso Jeiressati seja escolhido também como relator desse texto. Só depois disso, essa PEC será encaminhada ao plenário do Senado para votação.

Segundo a presidente da Comissão, Simone Tebet (MDB-MS), esse processo pode demorar uma semana ou um pouco mais, com a realização de audiências.

Aprovada em dois turnos no plenário do Senado, a PEC seguirá para a Câmara dos Deputados, onde passará pela CCJ da Casa, por uma comissão especial e pelo plenário, também em dois turnos – onde será necessário 308 votos para ser aprovada.

Confira os principais pontos da reforma da Previdência

O GLOBO

Ausentes, os deputados Fábio Faria(PSD) e João Maia(PR) não votaram. Foto: Reprodução

Segure a carteira, deputados trabalharam à noite – por Josias de Souza – UOL

No Legislativo de um país como o Brasil, civilização é tudo o que sobra para ser desenterrado dez mil anos depois. Num futuro remoto, quando os arqueólogos desencavarem as antiguidades de Brasília, encontrarão escondida nos subterrâneos do Congresso uma escola de cinismo, perfídias e malandragens. Ficará finalmente esclarecido por que o bolso do brasileiro amanhecia violado sempre que os parlamentares davam expediente noturno.

A propósito, segure a carteira. Os deputados fizeram serão na noite desta terça-feira. Aprovaram um projeto que permite, entre outras barbaridades, o uso de verbas do fundo partidário —dinheiro seu, meu, nosso— no pagamento de advogados para políticos encrencados com a lei. Repetindo: o partido vai filiar o picareta, ele mesmo patrocinará a corrupção, ele mesmo fornecerá o advogado. Nesse ciclo de autossuficiência, você entrará com o bolso. (mais…)

O prefeito de Itajá, Alaor Pessoa, autorizou a ordem de serviço de reforma da Unidade Integrada de Saúde Maria Carmelita Pessoa. O recurso advém de emenda parlamentar destinada pelo Deputado Estadual George Soares no valor total: R$ 174.895,53 (centro e setenta e quatro mil, oitocentos e noventa e cinco reais e cinquenta e três centavos).
A reforma era uma das principais preocupações do gestor Alaor Pessoa, que há anos só era feita pintura no prédio. A empresa ganhadora do processo dispensa de licitação nº 011308/2019, foi a Construtora Nova Geração Ltda.
A expectativa da obra é beneficiar os usuários, trazendo melhores condições no atendimento e nos procedimentos realizada na Unidade Integrada de Saúde Maria Carmelita Pessoa. (mais…)

O PSDB no Rio Grande do Norte abriu novo prazo para que as comissões provisórias municipais do partido, que ainda não renovaram os mandatos de seus dirigentes, possam realizar convenções extraordinárias. Agora, o prazo será de 21 de setembro a 06 de outubro. O calendário foi aprovado pelo presidente estadual da legenda, deputado Ezequiel Ferreira.

“Estamos dando sequência ao trabalho com o objetivo de fortalecer ainda mais o PSDB no Estado, contribuindo para que a legenda tenha forte atuação nos municípios potiguares e esteja representada nas próximas eleições na maior quantidade de cidades do RN”, disse Ezequiel. Dúvidas e informações complementares poderão ser tiradas na Sede do PSDB RN, Ed. Tirol Way Office, 1º Andar, Sala 105 na Av. Hermes da Fonseca, 1718 – Tirol, pelos contatos (84) 3234-8096 ou pelo Whatsapp (84) 99956-2634.

De acordo com a nova resolução, a medida tomada atende a uma das orientações nacionais do PSDB, “de fortalecimento da legenda” em todo o país. Ainda conforme a resolução, “as comissões municipais que, por qualquer motivo, deixarem de realizar sua convenção na data base fixada, restarão dissolvidos automaticamente, oportunidade em que o Diretório Estadual designará uma Comissão Provisória”. Estão autorizados a participar das convenções, com direito a votar e ser votado, o filiado que tenha prazo mínimo de filiação de 30 dias do evento respectivo.

A governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra se reunirá ainda hoje, quarta-feira (4), às 14h, na Governadoria, com o CEO da companhia aérea Gol, Paulo Kakinoff. Novos voos para o Estado será a agenda.

plano do presidente Jair Bolsonaro de indicar seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o cargo de embaixador em Washington é reprovado por 70% dos brasileiros, aponta pesquisa Datafolha.

Segundo o levantamento, apenas 23% consideram que o mandatário brasileiro está agindo bem ao indicar o filho.

indicação de Eduardo foi anunciada em julho, mas ainda não foi oficializada. O processo depende de aprovação no Senado, e o governo, com temor de não conseguir os votos necessários para a aprovação, postergou o início do processo. (mais…)

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