Assistindo ao programa Resenhas do RN, da TV Cabugi, se compreende melhor o quanto o Ivan Júnior mente e engana, pois ele não fez nada com os recursos próprios da PMA a favor dos assuenses e quase acaba com a Festa delo Padroeiro de Assu, o São João.

Na administração do Ronaldo Soares, e o Jacaré sempre partilhou com o Padre Canindé, foi feito um grande esforço para a festa despontar no Nordeste como a mais antiga e a única das grandes festas em que o Padroeiro é de fato São João Batista, com seu animado BURACO DO PREFEITO e tudo. Até isso, Ivan QUIS ACABAR.

E REALMENTE O SÃO JOÃO DE ASSU ESTAVA MUITO FALADO EM TODO ESTADO, faltava despertar na Globo Nordeste um espaço para evoluir e crescer mais.

Porém, vejo Mossoró, tomar esse lugar. E esse falastrão nada fez para o Assú conquistar este feito. Agora, ele não demonstra vergonha política alguma de ir ao rádio, vomitar lambanças sobre o que não fez?!

Repito: o derrotado só se preocupou em enricar a FAMÍLIA, UNS AMIGO E NOMEAR CABOS ELEITORAIS.

E agora, como me informa meu novo colaborador, O APÓSTOLO, Ivan esnoba dos trouxas com sua arte culinária e musical.

É lamentável ainda ver alguns que se dizem a favor de Assú, apoiarem isso. Abs, Eridu.

A produção de água mineral aumentou 337% em dez anos no Rio Grande do Norte. Em 2008, foram produzidos 116.033 milhões de litros de água mineral e até 2018 esta produção saltou para 507.169.006 milhões de litros, de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

Nacionalmente, ainda segundo o DNPM, o mercado tem crescido a uma taxa de 10% ao ano desde 2014, acima da média mundial, que é de 8%. A produção atingiu quase nove bilhões de litros e 12 bilhões de reais em vendas em 2018, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam).

Em 1995, havia no Brasil 319 concessões de extração de água mineral e até setembro do ano passado, eram 789.

A economia potiguar também registra este aumento, em 10 anos houve um incremento de 50% de empresas produtoras. Em 2008, 14 empresas envasadoras de água estavam em atividade no Rio Grande do Norte e no ano de 2018 o número de empresas passou a ser 21.

G1

Foto: Elias Medeiros

Em 10 anos, o setor têxtil no Rio Grande do Norte encolheu. O número de trabalhadores diminuiu, assim como o total de empresas de fabricação de produtos têxteis instaladas no Estado. De 2007 para 2017, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o quantitativo de pessoas ocupadas no setor, acrescido daquelas dedicadas às confecções de artigos de vestuário e acessórios, saiu de 25.631 para 21.007, perfazendo uma diferença negativa de 18,04%.

Em números absolutos, são 4.624 pessoas empregadas a menos nesses setores.
Por segmento, a situação é pior entre as empresas de fabricação de produtos exclusivamente têxteis. O número de trabalhadores caiu 59,93% na década em referência (eram 4.350 em 2007 e, em 2017, não passavam dos 1.743). Essa diminuição na força de trabalho do setor provocou a saída de circulação de R$ 4,9 milhões da economia potiguar no período. Tais recursos eram pagos em salários aos trabalhadores que acabaram demitidos. Somente em Jardim de Piranhas, no Seridó do Rio Grande do Norte, um dos polos têxteis do Estado, o número de empresas evoluiu negativamente de 84 para 67 na década analisada. Em Natal, a redução no mesmo período foi de 32 para 26.

“Falta uma política de desenvolvimento econômico no Rio Grande do Norte não somente para nos setores têxtil e de confecções. A Alpargatas, por exemplo, saiu do Estado. Nos últimos anos, há uma verdadeira fuga de empresas. A gente entende que a política para o desenvolvimento da indústria local falha”, analisa o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Rio Grande do Norte (FTI/RN), Marcones Marinho da Silva.

Ele cita que a Paraíba modificou o sistema de concessão de benefícios fiscais no Estado e conseguiu atrair mais empresas. A Coteminas, por exemplo, mitigou a produção local para ampliar no Estado paraibano há alguns anos.

Tribuna do Norte

Genilson Carvalho e Fernando Carvalho, empresários bem sucedidos pilotaram sessão corta fitas na manhã de sexta-feira (28 de junho) de mais uma loja “Carvalho Supermercado 02(filial)”, que fica no conjunto Maestro Cristóvão Dantas. A estreia contou com degustação, sorteios e muita promoção para garantir o menor preço e qualidades dos produtos. As fotos para o www.tokk.com.br, foram cedidas gentilmente por Bia Araújo…. VEJA MAIS FOTOS AQUI.

O forró pode ser declarado como patrimônio imaterial do Brasil até meados de 2020. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) iniciou pesquisa nos nove estados do Nordeste, mais o Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo para identificar a forma de expressão que além de gêneros musicais diz respeito a festas e interações sociais ao som da sanfona, zabumba e do triângulo.

Após um pouco mais de um mês da morte de Gabriel Diniz, sua banda vai homenagear o cantor no São João de Campina Grande, um dos locais que o mato-grossense, que desde pequeno vivia na Paraíba, iria tocar. Familiares e a noiva do cantor, Karoline Calheiros, vão participar do momento.

A homenagem acontece no dia em que estava prevista a participação de Diniz no São João e está prevista para começar às 23h15, tempo em que a banda deve tocar e gravações do cantor também serão exibidos em telão do evento.

Gabriel Diniz morreu 27 de maio em um acidente de avião, enquanto sobrevoava a cidade sergipana de Estância. O piloto e copiloto também faleceram na queda da aeronave, mas as causas do acidente ainda estão sendo investigadas. Sucesso nacional com a música ‘Jenifer’, o cantor já era conhecido em todo o Nordeste e em especial na Paraíba, terra onde cresceu. Em abril, ele recebeu o título de cidadão paraibano.

O Recesso está acabano e amanhã retornaremos para mais uma etapa, cheia de muitas novidades! #DáOrgulhoSerDaqui

Se as eleições fosse hoje o  prefeito Álvaro Dias seria reeleito com 24,38%. Os dados são da Pesquisa Consult divulgada neste sábado (29). A pesquisa Consult ouviu 800 eleitores em Natal entre os dias 21 e 25 de junho, nas quatro regiões administrativas e 31 bairros da cidade.

Confira o percentual de intenções feitos em quatro cenários:

Cenário 1:
Álvaro Dias  –   24,38%
Kelps Lima  –   10,88%
Natália Bonavides  –   8,25%
Sandro Pimentel   –  4,88%
Hermano Morais  –   4,25%
General Girão  –   3,38%
Rafael Motta –    3%
Paulinho Freire  –   1,25%
Nenhum  –   21,75%
Não sabe dizer   –  18%

Cenário 2:
Álvaro Dias   –  25,75
Kelps Lima   – 11,88
Natália Bonavides –    9
Sandro Pimentel  –   5,25
Hermano Morais   –  4,63
General Girão  –  3,5
Nenhum  –   21,75
Não sabe dizer    – 18,25

Cenário 3:
Álvaro Dias  –   27
Kelps Lima –    12,5
Natália Bonavides  –   9,38
Sandro Pimentel –    6
General Girão   –  3,88
Nenhum –    21,5
Não sabe dizer    – 19,75

Cenário 4:
Álvaro Dias –    27,88
Kelps Lima-     13,5
Fernando Mineiro –    6,38
Sandro Pimentel –    6,13
General Girão   –  3,88
Nenhum  –   22
Não sabe dizer  –   20,25

TN

Novos diálogos vazados pelo site The Intercept Brasil, divulgados na madrugada deste sábado 29, mostram uma troca de mensagens entre dois procuradores do Ministério Público Federal (MPF), que criticam as práticas do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, quando atuava como juiz. Na conversa, Monique Cheker, procuradora do MPF do Rio de Janeiro, diz que Moro “viola sempre o sistema acusatório e é tolerado por seus resultados”.

Cheker fez a declaração em uma conversa pelo aplicativo Telegram, em 1º de novembro de 2018, uma hora antes de Moro aceitar convite para se tornar ministro do governo Jair Bolsonaro. No trecho divulgado, ela interage com um procurador identificado como Ângelo, que diz, em mensagem transcrita pelo site: “Eu não confio no Moro, não. Em breve vamos receber cota de delegado mandando acrescentar fatos à denúncia. E, se não cumprirmos, o próprio juiz resolve”.

A procuradora afirma que pensa igual e acrescenta: “Moro é inquisitivo, só manda para o MP quando quer corroborar com suas ideias, decide sem pedido do MP (várias vezes) e respeitosamente o MPF do PR sempre tolerou isso pelos ótimos resultados alcançados pela Lava Jato”. Ângelo comenta que Moro vê o MPF como “um mal constitucionalmente necessário” e um “desperdício de dinheiro”. Monique concorda: “Se depender dele, seremos ignorados”.

A conversa prossegue: “Afinal, se já tem juiz, por que outro sujeito processual com as mesmas garantias e a mesma independência? Duplificação inútil. E ainda podendo ‘encher o saco’”, reclama Ângelo. Monique diz, em seguida, que “essa fama de Moro é antiga” e explica: “Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pró-atividade dele, que inclusive aprendiam com isso”.

Ângelo diz que Moro “faz umas tabelinhas lá, absolvendo aqui para a gente recorrer ali, mas na investigação criminal — a única coisa que interessa — a dupla policial/ juiz é senhora”. E Monique reforça o que havia exposto anteriormente: “Moro viola sempre o sistema acusatório e é tolerado por seus resultados”.

O The Intercept afirma que recebeu as mensagens de uma fonte anônima. Moro atribui os vazamentos a uma invasão hacker nos celulares dos procuradores.

Em mensagens publicadas pelo site em outras reportagens desde o dia 9 de junho, Moro aparece orientando ações do Ministério Público Federal na Lava Jato, como na indicação de duas possíveis informantes em uma investigação sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. VEJA localizou os dois personagens ocultos da história: o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves e o empresário Mário César Neves, dono de um posto de gasolina. Clique para ler a reportagem completa, publicada na edição desta semana.

Sempre em diálogos com Deltan, o ex-magistrado também sugeriu a inversão da ordem de fases da Lava Jato, cobrou a deflagração de novas operações, antecipou decisões que tomaria e manifestou preocupação com possível “melindre” ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) por investigações contra ele. Os indícios de irregularidades envolvendo o tucano pareciam “muito fracos” a Moro.

Veja

A pesquisa Consult ouviu 800 eleitores em Natal entre os dias 21 e 25 de junho, nas quatro regiões administrativas e 31 bairros da cidade. Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro máximo permissível de 3.5%, com confiabilidade de 95%.

Para a administração de Fátima Bezerra, os Natalenses responderam que é aprovada por 52,5% e desaprovada por 33,75%. O índice dos que respondem “sem opinião” foram o seguinte: 13.75%

Ótimo, bom, regular, ruim e péssimo

Quanto à classificação da administração estadual de Fátima Bezerra, a classificação foi a seguinte: “ótima”, 3.75%; “boa’, 27.88%; “regular”, 38%; “ruim”, 12.88% e “péssima”, 11.25%. Não sabem dizer, 6.25%.

TN



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