Os estudantes de Ouro Branco estão decepcionados com a decisão da prefeita Fátima Silva (PT), que negou o transporte escolar para eles.

Estudantes que conseguiram oportunidades em Patos, na Paraíba, reclamam que a Prefeitura de Ouro Branco discriminam eles, já que conseguiu passar em um curso superior em Caicó, tem acesso. A prefeita Fátima Silva, mora em Jardim do Serido, e tem deixado a desejar nessa segunda gestão.

O deputado estadual George Soares (PR) apresentou requerimento na Assembleia do RN, ao Secretário de Estado da Educação e da Cultura, Getúlio Marques Ferreira, solicitando a reforma da Escola Estadual Newman Queiroz, localizada na cidade de Jucurutu.

“A reforma da estrutura física da Escola Estadual Newman Queiroz, se faz necessária dada a situação de riscos em que se encontra o prédio, o qual apresenta rachaduras, rebocos e estuques danificados, ferragens visíveis, telhados quebrados, caixa d’água com vazamentos na iminência de desabar, entre outros problemas de ordem estrutural, segundo informações repassadas pelos servidores e alunos da referida escola, ” justificou o parlamentar.

O deputado George também pediu urgência na instalação dos aparelhos de ar-condicionado na mesma escola que foram adquiridos no ano passado, através de emenda de sua autoria, para que eles não percam o tempo de garantia de fábrica.

Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares 

Blog De olho no Assú
15 - fev/2019

PREFEITURA DO ALTO DO RODRIGUES: O TRABALHO NÃO PARA

Nesta quinta-feira (14), o deputado estadual e líder do governo na Assembleia do RN, George Soares (PR) participou de reunião entre o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo, Canuto, a governadora Fátima Bezerra e bancada federal do Rio Grande do Norte.

No encontro, a governadora apresentou projetos importantes como a conclusão do trecho da Transposição do Rio São Francisco que benecifiará o nosso estado, a conclusão da Barragem de Oiticica e um projeto de novas adutoras para a região do Seridó.

“Com esse encontro, o governo consegue emplacar ações importantes para o desenvolvimento, principalmente, da questão do controle e da sustentabilidade da água para o interior do estado,” frisou o deputado George sobre a reunião.

Assessoria de Imprensa do Deputado Estadual George Soares

O Decreto nº 004, do dia 15 de janeiro, assinado pelo prefeito Gustavo Montenegro Soares, que estendeu o prazo para requerimento de adesão ao Programa de Recuperação Fiscal – REFIS Assú, relativo aos débitos fiscais de pessoas físicas e jurídicas com o Fisco municipal, de que trata a Lei Complementar nº 157, de 26 de novembro de 2018, podendo o contribuinte interessado postular sua adesão, nos moldes da referida Lei, até o dia 29 de março, garante uma vantagem adicional além do desconto de até 95% dos juros e multas: o contribuinte que participar do programa ainda terá o direito de parcelar a quitação da dívida.

O secretário municipal de Tributação, José de Arimatéia Ferreira da Silva, destaca que a medida governamental se caracteriza numa oportunidade ímpar para quem deseja sair da inadimplência e quer regularizar sua situação junto ao Fisco do município. “Com este Decreto o prefeito Gustavo Soares criou uma excelente oportunidade para o cidadão ou cidadã que estiver inadimplente e desejar ficar em dia com o município”, destacou o auxiliar da Prefeitura. A íntegra do ato administrativo está à disposição para consulta dos interessados na aba “Diário Oficial” do portal eletrônico do município na internet: www.assu.rn.gov.br.

Imagem: Deybson Werick

Prefeitura Municipal do Assú
Secretaria de Comunicação e Ouvidoria

Blog De olho no Assú
15 - fev/2019

CARNAUBAIS: INFORMATIVO – CIDADE LIMPA

Recolhimento de podas e metrahas hoje (15) sexta feira nos bairros Pacheco, Frutvila, Valdemar Campielo, Núbia Lafaiete, João Teixeira, Centro e Cidade Histórica. A equipe de podas está concentrada nas escolas devido o início das aulas na próxima segunda feira (18).

Tarefa determinada pelo prefeito Gustavo Montenegro Soares, a troca e recolocação de lâmpadas em luminárias distribuídas nas áreas públicas de todo o perímetro urbano e suburbano da cidade prossegue sendo realizada pela Prefeitura do Assú, por intermédio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. O responsável pela pasta, Samuel Fonseca, informa que o trabalho está sendo executado de forma gradual e que compreenderá todos os logradouros dotados de iluminação pública.

O secretário frisou que o material reposto possui qualidade superior e assegura maior claridade e consequente visibilidade. “Desta maneira estamos não somente melhorando a qualidade do serviço que é oferecido à população, como estamos proporcionando que a posteação pública tenha maior poder de luminosidade, o que elevará a própria sensação de segurança das pessoas”, registrou. Adiantou que a atividade iniciou pela área central da cidade, mas alcançará todos os bairros do Assú.

Imagens: Samuel Fonseca

Prefeitura Municipal do Assú
Secretaria de Comunicação e Ouvidoria

Um projeto de lei do deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) prevê que mulheres possam adquirir spray de pimenta e armas de eletrochoque. Segundo o texto, o porte dos equipamentos é destinado somente a maiores de 18 anos, para “proteção pessoal”.

De acordo com a proposta, compete ao governo federal a emissão da autorização para o comércio do spray e das armas de eletrochoque aos estabelecimentos interessados.

“Os estabelecimentos responsáveis pela comercialização de spray de pimenta e de armas de incapacitação neuromuscular (armas de eletrochoque) deverão manter, pelo prazo mínimo de 60 (sessenta) meses, banco de dados com o registro cadastral das adquirentes, que será encaminhado à Polícia Civil do respectivo Estado federado”, propõe. (mais…)

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Salas da Gerência de Tratamento de Minério e Movimentação de Produto, na sede da Mina do Córrego do Feijão, da Vale,m em Brumadinho (MG), que resistiu à passagem da lama – Isis Medeiros

 

Um documento interno da Vale estimou em outubro de 2018 quanto custaria, quantas pessoas morreriam e quais as possíveis causas de um eventual colapso da barragem de Brumadinho (MG), que acabou se rompendo no dia 25 de janeiro, deixando ao menos 165 mortos.

O relatório é usado pelo Ministério Público de Minas Gerais em ação civil pública em que pede a adoção de medidas imediatas para evitar novos desastres, já que dez barragens, incluindo a de Brumadinho, estariam em situação de risco, segundo o documento da própria mineradora.

A Vale questiona a Promotoria e diz que o estudo indica estruturas que receberam recomendações de manutenção, as quais já estariam em curso. A empresa defende ainda que a barragem de Brumadinho não corria risco iminente.

O estudo projeta que um eventual colapso provocaria mais de cem mortes —até o momento, as autoridades contabilizam 165 mortos e 155 desaparecidos. O número considera um cenário de rompimento durante o dia e com funcionamento dos alertas sonoros instalados para evitar emergências.

A maior parte das vítimas estava no refeitório e na sede administrativa da mina do Córrego do Feijão, onde está a barragem que se rompeu. No começo do mês, a Folha mostrou que o plano de emergência da barragem previa a inundação dessas estruturas.

De acordo com o estudo da Vale, chamado Resultados do Gerenciamento de Riscos Geotécnicos, os custos de um eventual rompimento na barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão poderiam chegar a US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões, ao câmbio atual).

A empresa também projetava como causas prováveis de rompimento erosão interna ou liquefação. Inspeções já tinham encontrado indícios de erosão na ombreira (lateral da barragem) e indícios de alagamento.

O documento inclui a estrutura que se rompeu entre dez barragens em uma zona de atenção. As outras são: Laranjeiras (em Barão de Cocais), Menezes 2 e 4-A (em Brumadinho), Capitão do Mato, Dique B e Taquaras (Nova Lima) e Forquilha 1, Forquilha 2, Forquilha 3 (Ouro Preto).

A análise de estabilidade exigida pela legislação atestou as condições de segurança da barragem que se rompeu, mas indicou uma série de problemas que deveriam ser resolvidos pela mineradora.

Procurada pela Folha, a Vale afirmou em nota que “os estudos de risco e demais documentos elaborados por técnicos consideram, necessariamente, cenários hipotéticos para danos e perdas”.

A Vale disse que “não existe em nenhum relatório, laudo ou estudo conhecido qualquer menção a risco de colapso iminente da barragem” e reafirmou que a estrutura tinha “todos os certificados de estabilidade e segurança”.

Em entrevista nesta terça (12), o gerente-executivo de planejamento da área de minério de ferro e carvão da empresa, Lúcio Cavalli, disse que “em momento algum essa estrutura deu sinais de que estava com problema”.

De acordo com a Vale, a “zona de atenção” compreende barragens em que os técnicos apontaram recomendações, mas não risco iminente.

Segundo a empresa, no caso da estrutura que se rompeu, as recomendações eram dar continuidade ao processo de descomissionamento e reduzir os níveis do lençol freático, o que já vinha sendo feito, de acordo com a companhia.

A Justiça de MG determinou uma série de ações preventivas nas barragens citadas. A Vale diz que todas as exigências já vinham sendo cumpridas.

A empresa questionou ainda versões dadas por funcionários de que os equipamentos apontaram aumento súbito no nível do lençol freático, dizendo que quatro dos piezômetros (instrumentos que medem esse indicador) apresentaram problemas de configuração e enviaram dados errados ao sistema. A barragem tinha 94 piezômetros.

Segundo a Vale, ainda não é possível identificar as causas da tragédia. Uma comissão formada por especialistas internacionais está investigando o caso, disse o diretor de Finanças e Relações com Investidores da companhia, Luciano Siani.

O executivo disse que a empresa está fazendo um levantamento das áreas habitadas próximas às suas barragens, mas que ainda não há um plano para reduzir o dano potencial em eventuais colapsos.

FOLHAPRESS

Suzane von Richthofen, 35, e o goleiro Bruno Fernandes de Souza, 34, descumpriram determinações judiciais e, por isso, perderam respectivamente seus benefícios de saída temporária e de trabalhar fora do sistema carcerário.

Suzane foi condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, em 2002. Já Bruno foi condenado, em 2013, a 22 anos e três meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio e pelo sequestro e cárcere privado do filho que teve com a vítima.

Em dezembro do ano passado, o Agora publicou que Suzane descumpriu o benefício da saída temporária de Natal, ao ir a um casamento. Ela foi levada para a prisão no mesmo dia. Na ocasião, ao deixar a prisão, ela deveria ter ido a um endereço informado à Justiça, o que também não aconteceu.

Fontes ligadas ao cartório de Taubaté (140 km de SP) informaram, em sigilo, que a Vara de Execuções Criminais reforçou ontem a punição, proibindo Suzane de sair do sistema carcerário nos próximos benefícios que teria direito (Páscoa, Dias das Mães e Dia dos Pais). Ela cumpre pena na penitenciária de Tremembé (147 km de SP). (mais…)

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