06 - mar/2021

Documentos Perdidos!

Antonio Eduardo de Morais Silva informa que perdeu sua carteira com todos os seus documentos além do documento de uma moto, entre o centro e a rodoviária. Se você encontrou ou venha a encontrar, por favor entre em contato através dos telefones:
84 9 94247903
84 9 98188366
Você será bem gratificado.


Foto: Sérgio Lima/Poder 360

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a mudança do volume do frasco da vacina CoronaVac, produzida a partir de uma parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

O frasco utilizado atualmente tem capacidade para 6,2 mililitros (ml) de líquido. Mas a agência autorizou o uso de um novo recipiente com 5,7 ml. A decisão foi motivada por um pedido do Instituto Butantan para evitar desperdício.

Cada frasco da vacina continua contendo dez doses, conforme aprovado na autorização de uso emergencial emitida pela Anvisa e na bula da vacina. A mudança foi solicitada porque o Instituto identificou que, em vez das dez doses previstas, com o volume atual é possível tirar 11 ou até mesmo 12 doses, situação esta detectada em 92,8% dos lotes.

R7


Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro disse nessa sexta-feira (5) que “lá na frente” pode se vacinar contra a covid-19.

Em conversa com apoiadores na frente do Palácio da Alvorada, o presidente afirmou:

No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei.”

Com informações de Poder 360

Emporio

O ministro da economia, Paulo Guedes, admitiu nesta sexta-feira que o governo estuda medidas para reduzir o impacto da pandemia para empresas e trabalhadores e, com isso, auxiliar a economia num dos piores momentos da pandemia.

Questionado pela CNN se as mesmas medidas adotadas em 2020 serão repetidas diante de um cenário agravado pela COVID-19, Guedes disse que “tem mais coisa vindo aí”. E afirmou que o governo deve antecipar o pagamento do 13º salário “dos mais pobres” e também dos idosos, o que deve ocorrer após a aprovação do orçamento, prevista para acontecer no fim deste mês.“

O abono salarial já foi antecipado. Agora, assim que aprovar o orçamento, vai ser antecipado o 13º justamente dos mais frágeis, dos mais idosos, como fizemos da outra vez. O BEM, que é o programa de preservação de empregos, já estão sendo disparadas as novas bases. Então, tem mais coisa vindo por aí”, declarou o chefe da pasta econômica.

De acordo com apuração do analista da CNN, Igor Gadelha, outras medidas estão em estudo, entre elas, a permissão para que empresas adiem o depósito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na conta de seus funcionários. Em 2020, a Medida Provisória (MP) 927 permitiu que empresários suspendessem o depósito do FGTS por três meses.

CNN BRASIL

Emporio

Hospitais públicos e privados têm registrado uma alta no número de crianças internadas em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por Covid-19. A média de pacientes pediátricos internados infectados pelo novo coronavírus desde março de 2020 no Hospital Israelita Albert Einstein é de 6 pessoas. O maior pico aconteceu em janeiro, data que coincide com as festas de fim de ano, com 14 casos. Em fevereiro, foram admitidos 8 pacientes com Covid-19.

No Sabará Hospital Infantil, pelo menos três crianças têm sido diagnosticadas com Covid-19 por dia. No mês de janeiro, o pico de internações chegou a 22%. O número é o maior desde o ínicio da pandemia. A taxa de internação neste primeiro bimestre foi de 18%, superando o acumulado do ano anterior que registrou 13%. Na distribuição por faixa etária, 68% dos pacientes têm entre 1 e 10 anos, com 18% menores de um ano e 14% maiores de 10 anos.

Já nos hospitais públicos, a taxa de ocuapação ultrapassa os 80%. O Hospital Municipal Infantil Menino Jesus registrou um aumento de 56,63% nas internações, enquanto o Hospital Municipal da Criança e do Adolescente teve aumento de 86,41%. Já o Hospital Infantil Cândido Fontoura ultrapassou a marca de 76,5% de taxa de ocupação de leitos.

Um dos motivos que pode ter influenciado essa alta é a circulação das novas variantes do vírus, aponta a epidemiologista professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ethel Maciel. De acordo com a médica, desde o final do ano passado, a Europa como um todo, mas principalmente o Reino Unido, já havia registrado uma alta no número de casos graves em crianças. “Esse aumento pode estar relacionado com as novas variantes, principalmente com a P.1 (de Manaus) e também a do Reino Unido, porque elas têm a mesma mutação. Essa mutação fez com que o vírus ficasse mais transmissível”, explica.

Um pesquisa realizada pelas faculdades de Medicina e de Odontologia da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto, identificou que a proteína spike, da nova cepa viral, estabelece maior força de interação molecular com o receptor ACE2, presente na superfície das células humanas e com o qual o SARS-CoV-2 se liga para viabilizar a infecção.

Segundo os pesquisadores, o aumento na força de interação molecular da nova linhagem é causado por uma mutação já identificada no resíduo de aminoácido 501 da proteína spike do SARS-CoV-2, chamada de N501Y, que deu origem à nova variante do vírus. Além das aglomerações provocadas durante as festas de fim de ano e no carnaval, outro fator que pode ter relação com o alto número de internação de crianças é a volta às aulas. Para Maciel, as escolas acabam se tornando pontos de aglomeração e para algumas faixas etárias é difícil controlar o distânciamento social.

Além disso, a médica aponta que a situação precária de algumas escolas e a má ventilação dos ambientes também ajudam na disseminação do vírus. “Nos Estados Unidos e em países da Europa, as salas de aula têm o filtro HEPA (High Eficiency Particulate Air). Esses filtros trocam o ar do ambiente, filtrando particulas muito pequenas, menores até que o vírus. Sendo assim, eles conseguem controlar o ambiente. Países mais desenvolvidos, que optaram pela educação, fizeram essa investimento importante”, ressalta.

A gerente de marketing Tereza Candida afirma ter medo de que a filha de nove anos contraia o vírus durante as aulas. No entanto, ela entende que a abertura da escolas é necessária neste momento. “As escolas precisam ser priorizadas, vacinando os professores o mais rápido possível. Era para fechar os bares, academias, igrejas e abrir as escolas”, afirma.

Nesta quarta-feira (3), o governo de São Paulo anunciou que todo o estado regrediu à fase vermelha, a mais restritiva da quarentena. “A fase vermelha permite o funcionamento, apenas, de setores essenciais, como saúde, educação, segurança pública e privada, construção civil, indústria, logística, abastecimento, transporte coletivo, comunicação social e serviços gerais”, disse o governador João Doria (PSDB), em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Doria ressaltou que as escolas, tanto públicas quanto privadas, poderão continuar abertas no estado durante a fase de restrição. “As escolas de rede pública municipal e estadual e da rede privada vão continuar abertas e vão atender os alunos, exatamente como estava previsto”, disse.

Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (4), o secretário estadual de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, afirmou que as escolas vão continuar abertas “para quem precisa”. “A educação é essencial. Desde o dia 17 de dezembro aqui em São Paulo foi declarado que, mesmo na bandeira vermelha, a escola não fecharia. Agora o que a gente tem dito é que sempre que a família puder e a criança conseguir desenvolver as atividades online neste momento, é preferível que fique obviamente em casa”, explicou.

Questionada se teria com que deixar a filha caso ela não fosse à escola, Tereza Candido respondeu: “Eu sou privilegiada e a minha empresa adotou home office 100%”. De acordo com um levantemento realizado pelo Sindicato dos Professores de São Paulo, até as 15h desta quinta-feira, 155 escolas particulares registravam algum caso de Covid-19 entre estudantes, professores e trabalhadores não docentes.

CNN BRASIL

Especialistas ouvidos pela CNN indicam que a percepção de grande parte dos médicos que atua diretamente contra a Covid-19 é de que o número de pessoas de faixas etárias mais jovens que precisam de auxílio hospitalar está crescendo.

Essa tendência também seria uma das explicações para a elevação no número de pacientes nessas faixas etárias que acabam em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Fazemos a consolidação dos dados a cada três meses, então só devemos ter números definitivos em abril”, afirmou à CNN Suzana Lobo, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Ainda de acordo com a especialista, os intensivistas em várias regiões do Brasil têm a mesma percepção de que muitos pacientes internados são mais jovens e que há, também, uma maior gravidade nos casos.

Diminuição na faixa dos 65 anos e maior tempo de UTI

Lobo destacou que uma análise preliminar dos dados mais recentes do Hospital de Base de São José do Rio Preto, centro de referência regional no interior de São Paulo onde ela chefia o tratamento intensivo, indica que, nos primeiros meses de 2021, houve um aumento de casos do novo coronavírus na faixa etária entre 45 e 64 anos e uma diminuição entre as pessoas com mais de 65 anos. “Hoje estamos vendo muito mais pacientes jovens, na faixa de 20 a 30 anos, coisa que não se observava tanto em 2020. Também notamos que, entre os pacientes internados, aumentou a incidência de casos entre os homens”, completou.

Essa percepção sobre o rejuvenescimento dos pacientes de Covid-19 foi destacada recentemente também pelo secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Antes eram idosos e portadores de doenças crônicas, o que chamamos de comorbidade. Hoje é de 60% mais jovens, na faixa de 30 a 50 anos, sem doença prévia”, disse Gorinchteyn ao jornal. “E o tempo que estão ficando na UTI é maior. Tínhamos antes média de 7 a 10 dias de internação, agora está em 14 a 17 dias de internação no mínimo em UTI”, completou.

Casos mais graves e novas variantes

Roberto Kalil Filho, professor de cardiologia da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Conselho Diretor do InCor, em São Paulo, afirmou que também tem observado, empiricamente, cada vez mais pessoas jovens contaminadas pela Covid-19 – muitas evoluindo para quadros graves. “Em agosto de 2020, por exemplo, a média de idade dos internados no InCor com Covid-19 era de 78 anos. Em fevereiro deste ano, essa idade caiu para 74 anos. Porém, agora vemos muito mais casos entre jovens”, afirmou.

Kalil afirmou que essa tendência também já foi observada em outros países, como o Reino Unido, onde estudos comparando a primeira e a segunda onda de casos de Covid-19 também observaram maior infecção em pacientes mais jovens no recrudescimento da doença.

Além dessa tendência de mudança etária das contaminações, Thaís Guimarães, médica infectologista e presidente da Comissão de Infectologia do Hospital das Clínicas, destaca ainda o fato de que cada vez mais pessoas precisam de atendimento médico ao mesmo tempo. “O que temos visto são pacientes mais graves e que necessitam de mais ventilação mecânica. E, no caso das novas variantes, como elas são mais contagiosas fazem mais pessoas adoecerem ao mesmo tempo”, disse.

Ela destacou que isso contribui para o aumento da pressão sobre o sistema de saúde. “O que precisa ser contabilizado neste momento é o número de vagas que temos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), porque isso significa a quantidade de respiradores que temos para atender as pessoas com insuficiência respiratória”, explicou.

Achatar a curva de casos

Kalil foi direto ao ponto quando questionado sobre o que precisa ser feito para evitar o colapso dos sistemas de saúde nesse momento crítico da pandemia no país. “Ou se toma uma atitude mais radical, ou não sabemos onde se vai parar. O mês de março deve ser uma tragédia pelas projeções. Estamos em uma guerra contra o vírus e parece que ele está vencendo várias batalhas”, afirmou.

O médico destacou que a única ferramenta eficaz contra o vírus são as vacinas, mas que o país ainda não pode contar com o efeito delas para amenizar a situação porque o número de brasileiros imunizados é muito baixo. E apelou para que a população faça sua parte e se una para evitar aglomerações e, assim, frear o avanço da pandemia no país.

Já Suzana Lobo opinou que, com base na experiência de outros países, é preciso achatar a curva de contágio para evitar o colapso do sistema. “Para problemas complexos, não há solução simples. Precisamos diminuir o número de casos para os hospitais darem conta de atender todo mundo”, indicou. “Não adianta só restringir a circulação. Precisamos de um lockdown até acomodar todos os pacientes que já aguardam em filas de atendimento para, então, ir reabrindo aos poucos. Não vou dizer que o Brasil todo precisa, mas muitos estados já estão em situação crítica.”

CNN BRASIL

O setor portuário do Rio Grande do Norte, com quatro terminais autorizados, movimentou em 2020 4,824 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 18,78% em relação ao ano de 2019, quando a movimentação geral de cargas atingiu 5,940 milhões de toneladas. Os dados não contabilizam a carga movimentada no Apoio Portuário, que é a transferência de produtos, principalmente o sal, da área de produção ao terminal, por barcaças. Em 2020, esse volume foi de 1,890 milhão de toneladas, 10,55% menor que o registrado no ano de 2019 (2,113 milhões de toneladas).

O levantamento da Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) considera a movimentação no Porto de Natal e Terminal Salineiro de Areia Branca, Terminal Aquaviário de Guamaré e no Terminal de Embarque Marítimo da Salina Diamante Branco (Galinhos). Segundo os dados da Agência, o Porto de Natal escoou no ano passado 696.895 toneladas, um volume 4,8% menor que o registrado no anterior, 732.542. Esses dados são menores do que o divulgado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), que administra o terminal portuário (veja na matéria abaixo).

No Terminal Salineiro de Areia Branca, também gerido pela Codern, o segundo porto com maior escoamento no Estado, a movimentação caiu 18,10%, segundo a Antaq. Em 2020, o Porto Ilha escoou 1,761 milhão de toneladas de sal em cabotagem (entre estados brasileiros) e longo curso (exportação). No ano anterior, o volume foi superior a 2,346 milhões de toneladas. Esses dados, que não incluem os volumes do Apoio Portuário, são praticamente equivalentes aos divulgados pela Codern. No Terminal Aquaviário de Guamaré, gerido pela Petrobras, e que detém o maior volume de escoamento portuário do RN, a Antaq registrou o escoamento de mais de 2,357 milhões de toneladas no ano passado, cerca de 12% a menos que o verificado no ano anterior, 2,686 milhões de toneladas.

No Terminal de Embarque Marítimo da Salina Diamante Branco, localizado em Galinhos, que é privado, a movimentação de sal marinho despencou 94,52% no ano passado, indo a 9.672 toneladas. Em 2019, o terminal tinha escoado 176,8 mil toneladas do produto.

Confira matéria completa na Tribuna do Norte.

lula

A peregrinação do embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, pelos gabinetes de Brasília teve um final feliz. Depois de oito anos de embargo, as exportações de camarões tamanho “G” da Argentina serão liberadas ao mercado brasileiro e poderão render aos combalidos cofres dos vizinhos até US$ 150 milhões por ano. De quebra a decisão irá colocar sob risco o mercado brasileiro, sobretudo o potiguar, que hoje é o maior produtor de camarão do País.

A boa notícia para os argentinos — que desagradou os produtores nacionais — saiu na terça-feira. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, restabeleceu a importação do crustáceo, ao suspender uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) favorável à Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC).

Ajudou na decisão de Fux o apoio técnico e político das autoridades brasileiras. O diplomata argentino apelou a favor da abertura do mercado em encontros com o presidente Jair Bolsonaro, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e integrantes da Procuradoria-Geral da República e da Advogacia-Geral da União.

‘Lagostino’ vem de pesca selvagem

Banidos do Brasil desde 2013, os “lagostinos argentinos” são originários da pesca selvagem — ou seja, não são produzidos em cativeiro — nas províncias de Chubut e Buenos Aires. Mas, antes de chegar ao mercado brasileiro, terão de ser abatidos, descascados, descabeçados e eviscerados, conforme determinação do Ministério da Agricultura. Não entrarão no país animais vivos.

As vendas de camarões argentinos ao Brasil deixou de ser liberada quando a permissão dada pelo então Ministério da Pesca foi questionada pela Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). Em uma ação civil pública, a entidade alegou que a liberação foi indevida, diante do risco de introdução de doenças virais no Brasil.

A União contra-atacou. Argumentou que o TRF-1, ao suspender a autorização, causa grave lesão à ordem e à economia públicas. Disse também que, ao proibir a importação, o Tribunal não observou critérios técnico-científicos que foram amplamente analisados pela Justiça de primeira instância.

Por fim, Fux concluiu que o Ministério da Agricultura atestou a inexistência de riscos à saúde humana ou à fauna brasileira com a importação de camarões argentinos.

O presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha, criticou a decisão de Fux, chamando-a de “desserviço”. Alertou que a abertura para o camarão argentino coloca em risco a biodiversidade brasileira de crustáceos (caranguejos, camarões e lagostas) e lembrou que o mérito da ação ainda não foi julgado.

Entre os argumentos contrários à importação, a entidade alega que os argentinos não dão informações sobre condições sanitárias relacionadas a enfermidades à Organização Internacional de Saúde Animal.

De sua parte, o embaixador argentino começou a se movimentar para tornar a vitória uma realidade. Junto com autoridades de seu país, já procura agências de comércio exterior para promover o crustáceo no Brasil. O camarão da Argentina é vendido para mercados exigentes, como União Europeia, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Com informações de O Globo

GRANDE PONTO

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte (ABIH-RN) Abdon Gosson criticou o decreto do Governo do Estado que determina o toque de recolher às 20h em todo o território potiguar e um “lockdown aos domingos”. Para Abdon, as ações do governo irão jogar uma pá de cal no já enfraquecido turismo local, uma vez que provocarão o fechamento de bares, restaurantes e hotéis.

“Vai terminar de acabar e destruir com o turismo aqui do nosso estado, 100%, os hotéis vão fechar todos. O número e cancelamentos já começou pelos hotéis”, criticou Abdon Gosson em entrevista ao Repórter 98, da 98 FM de Natal.

Ele afirma que, com o novo decreto, as pessoas deixarão de frequentar bares e restaurantes, pois sabem que terão que estar em casa às 20h. Os proprietários, segundo Abdon, também não irão abrir os estabelecimentos.

Ainda segundo Gosson, atualmente mais de 120 mil pessoas dependem diretamente do turismo no RN. “São pais e mães de família. Então nós não somos a favor de aglomerações nem de fechar, somos a favor de uma fiscalização extremamente rigorosa e de punições muito fortes para fechar aqueles que descumprirem”, declarou.

GRANDE PONTO

Emporio

O cartório onde o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) registrou a compra de uma casa de R$ 6 milhões em Brasília escondeu informações da escritura pública do imóvel, documento com os dados do negócio que deveria ser acessível a qualquer pessoa que o solicitar. O ato, do 4.º Ofício de Notas do Distrito Federal, contraria a prática adotada em todo o País e representa tratamento diferenciado ao filho do presidente Jair Bolsonaro, segundo especialistas consultados pelo Estadão. As leis que tratam da atividade cartorial não preveem o sigilo.

Na cópia da escritura obtida pela reportagem no cartório, que fica em Brazlândia, região administrativa a 45 km de Brasília, há 18 trechos com tarjas na cor preta. Foram omitidas informações como os números dos documentos de identidade, CPF e CNPJ de partes envolvidas, bem como a renda de Flávio e da mulher, a dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro.

Para comprar o imóvel, o filho “01” de Bolsonaro financiou R$ 3,1 milhões no Banco de Brasília (BRB), com parcelas mensais de R$ 18,7 mil. Como revelou o Estadão, as prestações representam 70% do salário líquido de Flávio como senador – R$ 24,7 mil. Outras duas escrituras de imóveis em nome da família Bolsonaro obtidas pela reportagem no mesmo dia, mas em cartórios distintos, foram fornecidas sem qualquer tarja. Uma delas do próprio presidente da República.

Procurado, o titular do cartório, Allan Guerra Nunes, disse ao Estadão que tomou a medida para preservar dados pessoais do casal. Em um primeiro contato, ele não soube explicar em qual norma embasou sua decisão. Mais tarde, em nota, Nunes afirmou que as informações são protegidas pela Lei 105/2001, que dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras. A regra, porém, não se aplica a cartórios de notas. “Ele (Flávio) não me pediu nada. Quem decidiu colocar a tarja fui eu. Quando eu fui analisar o conteúdo da escritura, acidentalmente tem essa informação da renda”, disse Nunes.

Ele não explicou a razão de também ter omitido números de documentos de identificação pessoal. “Se hoje me pedirem cópia de escritura com financiamento bancário eu vou omitir os dados da pessoa”, afirmou o cartorário, que admitiu nunca ter incluído tarja em escrituras públicas antes. “Não há nenhum tratamento privilegiado, de maneira alguma.”

Nos 299 artigos da Lei de Registro Público, não há previsão de sigilo de informação, seja pessoal, bancária ou fiscal. A advogada Ana Carolina Osório, especialista em direito imobiliário, vê tratamento privilegiado a Flávio neste caso. “Não existe embasamento para se colocar tarja nessas informações. A publicidade é um dos princípios basilares do direito registral. O cartório tem o objetivo claro de proteger, digamos assim, os dados do Flávio Bolsonaro, porque é um documento público e as informações ali são de interesse de quaisquer interessados”, avaliou. “Diferente seria se estivéssemos divulgando a informação de renda prevista no Imposto de Renda, por exemplo.”

O tabelião Ivanildo Figueiredo, titular do 8º Tabelionato de Notas do Recife e professor de Direito Notarial na Faculdade de Direito do Recife, disse ao Estadão que a Lei nº 6.015, de 1973, que trata dos registros públicos, prevê a publicidade de todos os atos, como escrituras. “O tabelião não tem nenhuma função de censura”, afirmou Figueiredo ao Estadão.

“Se a parte vai ao cartório e faz um ato público, esse ato é público. Qualquer pessoa pode pedir cópia desse documento. Qualquer pessoa pode ter acesso ao conteúdo desses atos. O dever é entregar a certidão como está no livro, não pode censurar”, disse ao Estadão. “O único ato que tem alguma restrição são testamentos”, ressalvou. Ainda segundo o tabelião, deixar de prestar as informações integrais pode configurar violação aos deveres funcionais dos notários e dos oficiais de registro. Pela lei, entre as punições para violação ao dever funcional estão a aplicação de multa, suspensão, e até a perda da delegação, nos casos mais graves.

Em outra medida que contraria a norma vigente, o 4.º Ofício de Notas ainda requisitou que o pedido da cópia da escritura fosse formalizado por e-mail com a informação sobre o motivo da solicitação do documento. Pela Lei de Registros Públicos, isso não é necessário. “Qualquer pessoa pode requerer certidão do registro sem informar ao oficial ou ao funcionário o motivo ou interesse do pedido”, diz o trecho da lei.

Questionado sobre a omissão das informações, a corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, a quem cabe fiscalizar a atividade dos cartórios, não se manifestou. Em nota, a Associação dos Notários e Registradores do Brasil afirmou ser “responsabilidade do notário/registrador avaliar no caso concreto os preceitos legais de acesso à informação”.

Nesta semana, Flávio disse que o negócio foi “transparente” e que usou “recursos próprios” e um financiamento para comprar a casa.

ESTADÃO

lula

Contêiner para armazenamento de corpos no estacionamento de um hospital, novas covas abertas nos cemitérios, pacientes graves na fila por uma vaga de UTI e espera de até seis horas dentro de uma ambulância. Este é o cenário em boa parte das capitais nordestinas após a pior semana desde o início da pandemia do novo coronavírus. Nas cidades de Natal, Recife, São Luis e Teresina, a ocupação de leitos de UTI para pessoas com sintomas da Covid-19 ultrapassou os 90%.

A trilha sonora da pandemia é angustiante. Nas ruas, a qualquer hora, as sirenes das ambulâncias não param. Nos hospitais públicos e privados, médicos e profissionais de saúde exaustos se desdobram para socorrer tantos pacientes. Em algumas cidades, usuários de planos de saúde estão sendo atendidos nos hospitais públicos.

Em Natal e Salvador, doentes graves chegam a esperar até seis horas dentro de ambulâncias particulares e do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência). Na prática, sem vagas nas UTIs, as viaturas são transformadas em leitos temporários.

O médico Pedro Julião, que atua no Samu de Salvador, fez um desabafo sobre o esgotamento do sistema de saúde. “A situação é real e precária. Não duvide de que hoje nós não temos vagas para as pessoas nos hospitais e muitas delas estão falecendo dentro das ambulâncias e nas portas da UPAs”, disse.

O coordenador de urgência da Secretaria de Saúde de Salvador, Ivan Paiva, destaca que, enquanto as ambulâncias estão paradas por seis horas com pacientes esperando para acessar uma vaga na unidade de saúde, três transferências poderiam ser feitas neste período. “O que mais me preocupa não é a assistência ao paciente durante este tempo porque a ambulância tem toda a estrutura, mas é que poderíamos transportar outras pessoas”, ressalta.

Na região metropolitana de Natal, nenhum leito está vago desde a última semana de fevereiro. Os pacientes estão sendo atendidos em leitos improvisados nas UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento). Segundo a Secretaria de Saúde de Natal, 35 pacientes com Covid-19 estão na fila de espera da UTI; outros 12 suspeitos também aguardam a regulação.

Rejane Maria Soares, 58, era uma destas pacientes até a quarta-feira (03). Ela foi internada na manhã de segunda-feira (1º) com falta de ar, depois de tratar os sintomas da Covid-19 durante uma semana em casa. Na noite do mesmo dia, foi colocada na lista de espera por um leito de UTI devido à gravidade da doença e esperou durante 48 horas.

Ela precisou ficar seis horas sentada numa poltrona que servia de leito improvisado diante da lotação da unidade de saúde. “Depois arranjaram uma maca e deixaram em condições melhores, mas somente 24 horas depois é que ela foi para uma sala de estabilização na UPA para aguardar o leito de UTI”, contou a filha Maíra Soares.

Na quarta-feira (03), Rejane apresentou melhora no estado de saúde e foi retirada da lista, mas retornou à fila nesta sexta-feira. Ela segue internada na mesma unidade de saúde e espera a transferência para um leito clínico nos hospitais de referência de Natal. Hipertensa e diabética, a paciente faz parte do grupo de maior risco da Covid-19.

O jornalista Matheus Magalhães sofreu espera semelhante. O pai, Ivanildo Magalhães, 71, suboficial reformado da Aeronáutica, apresentou sintomas na sexta-feira antes do Carnaval e piorou na semana seguinte. No dia 24 de fevereiro, foi internado num leito de enfermaria do Hospital da Base Aérea de Natal, mas teve piora no estado de saúde e dois dias depois precisou ir para a UTI.

O Hospital da Base Aérea de Natal tem convênio com quatro hospitais privados da capital, mas nenhum possuía leitos de UTI disponíveis no dia. Ele foi colocado na lista de espera do SUS. “Aí eu me desesperei porque vi que tinha pacientes com mais de 15 horas de espera. Meu pai não estava na pior situação”, disse Matheus. Por ser suboficial reformado da Aeronáutica, Ivanildo conseguiu ser transferido na madrugada do domingo (28) para uma unidade hospitalar das Forças Armadas no Recife (PE), onde segue internado na UTI.

Com o colapso na região metropolitana, os pacientes passaram a ser transferidos para regiões do Rio Grande do Norte que possuem leitos disponíveis. Entretanto, todas as regiões já ultrapassam os 90% de ocupação. No Hospital Regional do Seridó, localizado a 283 km de Natal, os 30 leitos de UTI estão ocupados e apenas quatro leitos de enfermaria estão vagos.

Funcionária do hospital, a técnica de enfermagem Lourdes Cristina Gomes, 51, contou que as equipes estão exaustas com o número crescente de pacientes desde fevereiro. A impressão até então é de que o pior já havia passado, mas os casos voltaram a explodir como antes. No último plantão, encaminhou sete pacientes para internação. “Hoje, eu preciso trabalhar no pronto-socorro, na ala de traumas e na sala de estabilização do hospital. Me sinto exausta e angustiada vendo os pacientes naquela situação, tendo que improvisar leitos em poltronas.”

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, disse que não basta abrir leitos. “Chegamos ao nosso limite, a começar pela exaustão dos profissionais de saúde e pelo alto número de internações. Não vou iludir a população do Rio Grande do Norte dizendo que basta abrir leitos. Não basta. É preciso aumentar o isolamento social rigorosamente”, declarou.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, a maior dificuldade é a abertura de leitos na mesma velocidade do aumento das internações. “Não conseguimos fazer convocações e nem realizar contratação temporária de profissionais com qualificação necessária para atuar nas UTIs.”

No Recife, um contêiner para armazenar corpos foi instalado pela prefeitura no estacionamento do Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa, na zona oeste da cidade. Em Olinda, cidade vizinha ao Recife, a prefeitura precisou viabilizar dois novos terrenos para instalação de 800 gavetas especiais para as vítimas do coronavírus. “Estamos correndo atrás e será feito no mais breve tempo possível. No fim do ano passado, diante do aumento de casos, precisamos abrir 200 novas covas no cemitério de Águas Compridas”, afirmou o coordenador de necrópoles Edvaldo Alves.

Em Pernambuco, nesta quinta-feira (4), havia apenas 92 leitos de UTI para pacientes com síndrome respiratória aguda grave nas redes pública e privada.

Um médico que trabalha em um hospital particular do Recife, que preferiu não se identificar por temer algum tipo de represália, informou que pacientes com planos de saúde estão aguardando na urgência porque não há mais leitos. “Vai morrer muita gente de câncer, de infarto, por exemplo, porque estamos perto de colapsar o privado e não terá mais leitos”, diz o presidente dos hospitais particulares de Pernambuco, George Trigueiro.

Diante do quadro de extrema gravidade, governadores do Nordeste publicaram decretos nesta semana com toques de recolher e medidas restritivas na tentativa de diminuir a aceleração do contágio.

FOLHAPRESS

 (Foto: Redes Sociais)

A pandemia do coronavírus continua matando pessoas no mundo todo e em Assu essa semana mais um dado triste entra pra história dessa relação de óbitos que nem um redator acha interessante escrever.

Na última quarta-feira (3) faleceu vítima da Covid 19, o senhor João Cristiano de Sousa (Doda), de 63 anos de idade.

Hoje, sexta-feira (05), sua esposa, Dona Lucia de Fátima Ferreira da Silva, também faleceu vitima da Covid.19.

Nossos sentimentos a família pelas irreparáveis perdas.

Fonte: TV ASSU


Foto: Alan Santos/Presidência da República/Divulgação

Levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 25 de fevereiro e 1º de março mostra que está acirrada a disputa para ver quem vai enfrentar Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto no próximo ano – o presidente lidera em todos os cinco cenários pesquisados, sempre com mais de 30% das intenções de voto.

No primeiro cenário pesquisado – hoje o mais provável –, Bolsonaro tem 31,9% das intenções de voto, seguido pelo seu ex-ministro Sergio Moro (11,5%); pelo ex-prefeito Fernando Haddad, do PT (10,5%); pelo ex-governador Ciro Gomes, do PDT (10%); e pelo apresentador de TV Luciano Huck (8%). Todos estão empatados dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Neste cenário, Huck também está empatado tecnicamente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem 5,3%. O tucano, por sua vez, está na mesma situação em relação a Guilherme Boulos, do PSOL (3,2%), e João Amoêdo, do Novo (2,8%).

Dos nomes que estão embolados na segunda vaga, Haddad e Ciro já se apresentam como candidatos, o que aponta para um cenário parecido com o da eleição de 2018, quando ambos chegaram logo atrás de Bolsonaro no primeiro turno – o petista foi ao segundo turno, mas acabou derrotado.

Huck, por sua vez, nunca mostrou tanta vontade de ser candidato – e a pressão pelo seu nome entre cresceu entre o empresariado após o arroubo intervencionista de Bolsonaro na Petrobras –, mas ele ainda não tem partido, não disse oficialmente que vai para a disputa e tem que decidir até a metade do ano se renova ou não com a TV Globo para ser o substituto de Faustão, como mostra reportagem publicada na edição desta semana de Veja.

O ex-juiz Sergio Moro vive situação parecida com a de Huck – sem partido e sem qualquer confirmação de que será candidato –, mas o seu nome continua sendo especulado como um adversário com potencial para derrotar Bolsonaro.

Já Doria, que tentou alavancar a sua candidatura se contrapondo a Bolsonaro no combate à pandemia e liderando os esforços para produzir a CoronaVac no Brasil, não conseguiu avançar nas intenções de voto e já sofre a concorrência interna de Eduardo Leite, tucano que governa o Rio Grande do Sul.

Veja abaixo cenários sem o nome de Moro, sem o nome de Huck, com Lula no lugar de Haddad – para ser candidato, o ex-presidente precisa ainda reverter condenação na Justiça – e com Eduardo Leite no lugar de Doria.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.080 eleitores de 196 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal.

Veja


Imagem: Lavandeira Jr./EFE

O lance de “mão na bola ou bola na mão” ratificou a sua condição de mais polêmico do futebol, nesta sexta-feira, quando a International Board (IFAB), órgão responsável pela gestão das regras da modalidade, utilizou a 135.ª assembleia geral anual, em vídeoonferência, e mudou mais uma vez as orientações para interpretar situações deste tipo em campo. A regra agora é: será infração toda vez que a mão ou o braço expandir a área do corpo de forma não natural.

“Considera-se que um jogador tornou seu corpo anormalmente maior quando a posição de sua mão/braço não é uma consequência ou justificável pelo movimento corporal do jogador para aquela situação específica. Por ter sua mão/braço nessa posição, o jogador corre o risco de sua mão/braço ser atingido pela bola e ser penalizado”, disse o órgão, que indicou a data de 1.º de julho para as alterações entrarem em vigor. Cada campeonato deverá se adequar com o seu calendário para adotar as novas regras.

Os lances de ataque vão sofrer maior alteração. Antes, qualquer toque na mão, mesmo sem intenção, era falta. Agora, só serão anulados os toques que forem direto para o gol ou imediatamente antes das finalizações.

Os principais motivos para se marcar infração: o jogador tocar a bola deliberadamente com a mão/braço, por exemplo, movendo a mão/braço em direção à bola; o jogador tocar a bola com a mão/braço quando isso torna seu corpo anormalmente maior; em lances de ataque, a bola ir diretamente da mão/braço para o gol, mesmo que acidentalmente, ou o jogador finalizar após a bola tocar sua mão/braço, mesmo que acidentalmente.

UOL

lula

A Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura publicou nesta sexta-feira (5/3), no Diário Oficial da União (DOU), uma portaria que estipula que só serão analisadas propostas culturais cujo local de execução não esteja sob medidas de restrição de circulação, como toque de recolher, lockdown e outras ações semelhantes.

Com isso, ficará suspensa a análise de projetos que buscam recursos via Lei de Incentivo à Cultura, novo nome da Lei Rouanet.

“Considerando as diversas medidas de restrições de locomoção e de atividades econômicas, decretadas por estados e municípios, só serão analisadas e publicadas no Diário Oficial da União as propostas culturais que envolvam interação presencial com o público, cujo local da execução não esteja em ente federativo em que haja restrição de circulação, toque de recolher, lockdown ou outras ações que impeçam a execução do projeto”, diz o texto.

A medida será válida pelos próximos 15 dias, podendo ser prorrogada ou suspensa, a depender da manutenção ou não das medidas restritivas nos referidos entes da federação.

Nos últimos dias, governadores e prefeitos estipularam medidas mais duras de restrição de circulação, com a finalidade de conter a disseminação da Covid-19 em um momento em que o número de mortes no país se aproxima dos 2 mil por dia.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é crítico das medidas. Esta semana, o mandatário voltou a apelar aos chefes dos Executivos locais que não adotem o lockdown.

A portaria é assinada por André Porciuncula Alay Esteves, chefe da secretaria. O órgão fica sob o comando da Secretaria Especial de Cultura, comandada por Mário Frias.

Metrópoles


Foto: reprodução/CNN Brasil

O Instituto Butantan pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para iniciar testes clínicos em humanos de um soro que poderá ser utilizado para o tratamento da Covid-19. De acordo com o instituto, cerca de 3 mil frascos estão prontos para serem utilizados nessa fase do estudo.

O produto é feito a partir do plasma sanguíneo de cavalos. Para fabricá-los, os pesquisadores aplicaram o vírus inativado por radiação nos animais. Em resposta ao vírus, eles produziram anticorpos do tipo imunoglobulina G (IgG).

 

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lula

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (5):

– O país registrou 1.800 óbitos nas últimas 24h, totalizando 262.770 mortes;

– Foram 75.495 novos casos de coronavírus registrados, no total 10.869.227 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 9.671.410, com o registro de mais 34.390 pacientes curados. Outros 935.047 pacientes estão em acompanhamento.

   

Motoristas de ônibus fizeram uma nova paralisação do serviço entre o fim da tarde e início da noite desta sexta-feira (5). Eles já haviam feito um protesto na manhã de hoje contra o anúncio feito pela Secretaria de Mobilidade Urbana de mudanças feitas em 15 linhas para acréscimo de 30% de viagens nos horários de pico do transporte público da capital com o objetivo de reduzir as aglomerações de passageiros durante a pandemia da Covid-19. O local escolhido, foi o mesmo, próximo ao viaduto do Baldo.

VEJA MAIS: Motoristas de ônibus realizaram paralisação na manhã desta sexta contra mudanças em linhas de Natal

O sindicato que representa a categoria alega que a medida também teria que ter sido discutida com a classe, já que envolve mudança de horários dos operadores do sistema. Ainda de acordo com o sindicato, os trabalhadores estão sobrecarregado, fazendo dupla jornada.

A STTU anunciou nesta quinta-feira (4) que o município vai fazer a “reformulação imediata” de 30% das ordens de serviço em operação, determinando acréscimo de 30% no número de viagens nos horários de pico, entre 6h e 7h e 17h e 18h. As medidas atingem pelo menos 15 linhas. O aumento, no entanto, não envolve mais ônibus e trabalhadores na frota – as viagens serão remanejadas de outros horários de baixa demanda.

Participantes do ‘No limite’ de 2009 (Foto: Bia Guedes/Globo)

“No limite” foi apresentado pela Globo ao mercado publicitário na última semana e novidades como o número de participantes e o estado que receberá a atração foram divulgados. Dezoito pessoas vão competir pelo prêmio em cenários do Ceará, e a transmissão na TV deve acontecer dias após a final do “Big Brother Brasil” 21, em maio. As informações foram divulgadas pelo portal “Meio & mensagem”.

A previsão é de que o programa, que terá uma edição com ex-BBBs como adiantou Boninho, fique no ar até julho. Foram oferecidas ao mercado publicitário seis cotas de patrocínio, com valores de R$ 15 a R$ 30 milhões.

Em 11 episódios, três grupos de participantes competirão pelo prêmio final, ainda não divulgado. O primeiro “No limite” teve um prêmio final de R$ 300 mil. A vencedora foi a cabeleireira Elaine Melo. O programa teve mais edições em 2001, 2002, 2003 e em 2009.

Patrícia Kogut – O Globo

Emporio

 

O 2º promotor de Justiça da comarca do Assú, Daniel Lobo Olímpio; o prefeito da cidade de Porto do Mangue, Sael Melo (foto); e, o procurador do município, João Batista Fernandes Neto, são partícipes do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta nº 1209966 cuja cópia ilustra a edição desta sexta-feira (05) do Diário Oficial do Estado do RN.

 

 

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lula

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