Você já vacinou seus filhos contra gripe esse ano?

Em tempos de pandemia, com a volta as aulas, a imunização é essencial!

Reforçando o que sempre esclarecemos, foi objeto de uma pesquisa recente, que as crianças vacinadas contra gripe sazonal ou a pneumocócica, são menos propensas a apresentarem sintomas graves, caso contraiam a Covid-19.

O estudo, desenvolvido pela Universidade de Missouri, analisou 905 registros de crianças diagnosticadas com o novo coronavírus entre fevereiro e agosto de 2020, para determinar o histórico de vacinação. Entre os pacientes imunizados, quase 70% não demostraram sintomas do vírus.

Os cientistas envolvidas afirmaram ser essencial entender essa relação já que as crianças desempenham um papel significativo na transmissão viral.

A Clínica Mimar aproveita a oportunidade para se colocar a disposição de quem desejar entender melhor sobre a vacinação para os filhos, bem como para toda família.

Para maiores informações, entre em contato através dos telefones:

(84) 3345 – 0824 (Fixo e WhatsApp | Unidade Afonso Pena)

(84) 3013 – 4000 (Fixo e WhatsApp | Unidade Neópolis).

𝐂𝐋𝐈́𝐍𝐈𝐂𝐀 𝐌𝐈𝐌𝐀𝐑 – A saúde da sua família por quem é especialista em vacinas

lula

Com a alta ocupação de leitos críticos Covid de UTI na região metropolitana de Natal mais três pacientes foram transferidos na manhã deste domingo (28), para o Hospital Cleodon Carlos de Andrade em Pau dos Ferros.

Os pacientes são três mulheres, uma de 55 anos que estava internada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirangi, estável e respirando com ajuda de oxigênio, outra mulher com 72 anos que estava internada na UPA de Nazaré em Parnamirim, respirando com ajuda de oxigênio e estável e outra mulher com 50 anos fazendo uso de cateter com oxigênio e também estável, estava internada na UPA de Nazaré em Parnamirim.

O Hospital de Pau dos Ferros é referência em atendimento Covid-19 na Região do Alto Oeste. A unidade dispõe de 31 leitos, sendo treze (13) de UTIs críticas, quinze(15) leitos clínicos e três leitos de estabilização.
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Desde o dia 20 de fevereiro esta é a 11ª transferência aérea feita pela Sesap desde que a ocupação na região metropolitana ultrapassou a marca dos 80%. Já foram transferidos pacientes para Mossoró, Caicó, São Paulo do Potengi, Currais Novos e Pau dos Ferros nos últimos dias.


Foto: Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi

Na madrugada deste domingo (28), bandidos arrombaram uma agência bancária em São Gonçalo do Amarante. Eles ainda chegaram a entrar no local, mas não conseguiram levar dinheiro.

Eles atiraram contra uma câmera de segurança da agência, quebraram uma porta de vidro e já dentro do local derrubaram outra porta. Porém, não conseguiram acesso ao cofre ou arrombar nenhum dos caixas eletrônicos.

Outras câmeras internas registraram a ação criminosa ocorrida por volta das 3h30. A Polícia Civil usará estas imagens na investigação.

Com informações de G1-RN

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (28). Foram mais 1.551 casos confirmados, totalizando 166.895 Até sábado (27) eram 165.344 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.585 no total, nenhum ocorrido nas últimas 24h.

A Sesap ainda registrou 7 óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até sábado (27), eram contabilizados 3.578 mortos. Óbitos em investigação são 717.

Casos suspeitos somam 85.715 e descartados 363.838. Recuperados são 123.331.

Emporio

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 88,7%, registrada no fim da manhã deste domingo (28). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 481.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 88,7% dos leitos críticos ocupados, a região Seridó tem 80% e a Região Oeste tem 91,8%.

Até o momento desta publicação são 32 leitos críticos (UTI) disponíveis e 251 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 91 disponíveis e 230 ocupados. Há 35 pacientes com perfil de leito crítico na lista de regulação para 32 disponíveis.

 

Imagens: Reprodução

O senador Jean Paul Prates (PT) confirmou sua intenção de disputar a reeleição em 2022. Em entrevista concedida ao programa Repórter 98, na rádio 98 FM de Natal na última sexta-feira (26), o parlamentar revelou que esta é sua única meta eleitoral. 

O petista assumiu o mandato como suplente da atual governadora Fátima Bezerra (PT) e, até então, jamais havia ocupado um mandato político. No ano passado, disputou as eleições como candidato a prefeito de Natal, mas acabou ficando em segundo lugar na disputa encerrada ainda no primeiro turno.

A posição de Jean Paul tenta encerrar especulações de bastidores que dão conta de uma suposta desistência por parte do PT no RN em torno de sua reeleição para o Senado, já que o partido também terá a governadora Fátima Bezerra como candidata a reeleição.

O Ex-Ministro Ciro Gomes (PDT) intensificou os acenos a siglas de centro para viabilizar sua candidatura à Presidência em 2022 e, em entrevista à Folha, defendeu uma união de centro-esquerda para derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) e reforçou seu rompimento com o PT.

“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno”, afirma.

Segundo Ciro, o partido está com candidaturas próprias engatilhadas em dez estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará e Rio Grande do Norte. Em locais como Minas Gerais e Bahia, o PDT está acertando a presença em coligações. No caso do RN, o ex-prefeito Carlos Eduardo que vive o ostracismo político é a aposta de Ciro.

VEJA:

veja repo Ciro Gomes diz que sua tarefa é tirar PT do 2º turno e lança Carlos Eduardo governador

lula

Apresentada ao Congresso na semana passada, a ambiciosa proposta de reforma migratória do presidente Joe Biden pode beneficiar milhares de imigrantes brasileiros, legais ou indocumentados, que já estão nos EUA ou ainda pretendem ir. A nova legislação, chamada de “Ato de Cidadania dos EUA de 2021”, propõe um caminho de oito anos para a legalização de imigrantes que vivem no país. A proposta também facilitaria a obtenção de green card e reduziria o caminho para a cidadania para os “dreamers”, como são chamados os imigrantes sem documentos que chegaram aos EUA ainda crianças, acompanhando os pais.

O governo americano estima que ao menos 11 milhões de pessoas vivam ilegalmente no país. Dados mais recentes do Pew Research Center indicam que, em 2017, pelo menos 160 mil brasileiros estavam ilegais. Gabriela Ribeiro, de 28 anos, chegou a Newark, em New Jersey, em 2019. Formada em administração, vendeu a empresa que tinha com o marido e viajou para os EUA. “Não viemos para cá pensando em ficar ilegalmente. Queríamos ficar seis meses, estender nosso visto por mais seis meses e ver como seria”, conta. Mas, uma vez no país, o casal avaliou que não era vantajoso voltar.

Moradores de uma “cidade-santuário”, onde a legislação local protege a comunidade de imigrantes ao bloquear o repasse de informações de agências locais ao ICE, o serviço de imigração federal, Gabriela e o marido levam uma vida normal, trabalham e pagam impostos. Ainda assim, ela vê uma mudança significativa. “Com Trump, não havia esperança de legalização, pois não existia nenhuma medida a ser votada que fosse a favor dos imigrantes. E era difícil conviver com isso, porque tenho família no Brasil que desejo muito rever”, conta.

Embora os critérios de elegibilidade para o processo de legalização ainda não estejam claros, ela pretende se candidatar. “Desde que Biden assumiu a presidência, já venho me preparando para tentar a legalização assim que a reforma for aprovada”, diz. “Minha documentação está toda atualizada, as taxas estão em dia e já tenho uma reserva financeira para este fim, como me orientou um advogado de imigração.”

Heloísa Pereira, que também vive em New Jersey, tinha 42 anos quando foi demitida de um cargo administrativo na Fiat, em 2002, e se mudou para os EUA. “A única forma de me legalizar seria através de um casamento com um cidadão americano. Mas não aconteceu de eu me casar de verdade e não me caso se for de mentira. Em New Jersey, se paga US$ 20 mil por um casamento falso. Eu não tenho coragem de mentir para o juiz”, diz.

Em Newark, onde vive, e em Nova York, onde trabalha, ambas cidades-santuário, Heloísa diz que a rotina de imigrante indocumentada é como qualquer outra. Trabalha de baby-sitter de famílias ricas, paga impostos, tem crédito no banco e vai ao hospital quando precisa sem medo de deportação.

A maior mudança que a legalização de status deve trazer será a chance de sair e entrar nos EUA livremente. Há 18 anos, desde que chegou, ela nunca mais voltou a Minas Gerais para visitar a família. “A legalização será nosso passaporte para a liberdade de ir e vir para outros países. Minha situação é privilegiada, porque tenho irmãs e sobrinhos que têm visto americano e podem me visitar. Mas a maioria dos imigrantes deixou filho, pai e mãe para trás, de famílias mais pobres, e não podem nunca mais ver a família. Para eles, é um desespero.”

Desde que chegou, Heloísa disse já ter visto outros governos, como o do republicano George W. Bush, tentarem reformar o sistema de imigração e legalizar a vida dos imigrantes. Por isso, tem um otimismo moderado com a proposta de Biden.

“Honestamente? Acredito que alguma coisa vai ser feita, mas a proposta é muito ambiciosa. É preciso de apoio no Congresso. Sei que ele tem de propor um plano bem ambicioso para aprovar algo menor, porque é assim a política. Mas acho difícil que seja uma anistia tão ampla quanto prometem.”

Se a reforma for aprovada, imigrantes na situação de Gabriela e Heloísa poderão receber um green card após cinco anos, se cumprirem alguns requisitos, como verificação de antecedentes. Após esta etapa, terão direito a solicitar a cidadania em três anos.

Imigrantes sob a proteção do Daca (Ação Adiada para Chegadas na Infância) também seriam beneficiados com a reforma. Implementado em 2012 pelo então presidente Barack Obama, o programa regulariza temporariamente imigrantes em situação ilegal que chegaram aos EUA quando eram menores, concedendo vistos de estadia e trabalho por dois anos, que podem ser renovados. De acordo com o governo americano, 5.780 brasileiros estão sob status de proteção Daca.

João Paulo Machado Silva, de 25 anos, é um deles. Ele chegou aos EUA quando tinha 8 anos. “Ser dreamer me ajudou muito, porque me permitiu estudar no país e dirigir, mas há um lado negativo: não posso trabalhar em cargos públicos nem viajar para fora dos EUA”, disse.

Se a reforma for aprovada, João Paulo e outros dreamers serão imediatamente elegíveis para solicitar um green card e terão um caminho de três anos para a cidadania.

Estudante de direito, João Paulo está otimista com a perspectiva. “Muitas pessoas, como meus pais, estão aqui há muitos anos e não conseguem nem ver a família há muito tempo”, conta. “Todos os imigrantes estão contando (com o novo governo) para se tornarem cidadãos do país”.

Especialistas ouvidos pelo Estadão dizem acreditar que a reforma também possa facilitar a obtenção de vistos de trabalho e de investidor. “Mesmo as pessoas que são reconhecidas como portadoras de alto conhecimento técnico vinham encontrando muitas dificuldades para imigrar nos últimos quatro anos”, afirma Carolina Carnaúba, diretora da PwC Brasil, acrescentando que a pandemia tornou o processo ainda mais difícil.

Leia matéria completa no Estadão.

Enquanto o Ministério Público do RN emite recomendação conjunta no intuito de que Governo e Prefeituras adotem posturas mais restritivas para o combate ao agravamento de casos de Covid-19, o promotor de Justiça, Wendel Beetoven foi na contramão e entrou com pedido de liminar no Tribunal de Justiça para suspender a atuação das forças de segurança no toque de recolher determinado para o período das 22h às 5h. O pedido foi negado pelo presidente do TJRN, Vivaldo Pinheiro.

“Os itens do decreto ora questionados impõem um dilema aos policiais estaduais: escolher entre cumprir uma ordem ilegal, violar direito fundamental dos cidadãos e praticar crime abuso de autoridade ou por outro lado, recusar o cumprimento da ordem superior e dofrer as consequências da suposta insubordinação (no caso dos militares da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, a insubordinação configura, inclusive, crime militar”, escreveu o promotor no pedido.

Veja a matéria completa no site Justiça Potiguar.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), o Ministério Público Federal no RN (MPF/RN) e o Ministério Público do Trabalho no RN (MPT/RN) recomendaram ao Governo do Estado e às Prefeituras Municipais que adotem providências mais rigorosas de distanciamento social do que o modelo atualmente adotado em solo potiguar, notadamente quanto às atividades presenciais que favoreçam aglomerações.

No documento assinado neste sábado (27), também foi recomendada a suspensão de cirurgias eletivas na rede privada de saúde por 30 dias, excepcionando-se aquelas em que o adiamento por mais de 14 dias possa agravar as condições de saúde do paciente.

Além disso, o Ministério Público recomenda a suspensão das aulas na rede pública e privada de ensino em todo o Rio Grande do Norte por 14 dias, adotando-se o regime de ensino on-line, e condicionando o retorno presencial a uma nova avaliação da situação epidemiológica do Estado.

O Estado e os Municípios devem adotar as seguintes medidas restritivas, dentre outras, para mitigação dos efeitos da pandemia no Estado: suspensão das atividades não essenciais, a serem definidas com baliza na Lei 13.979/2020 e nos Decretos Estaduais 29.583/2020, 29.600/2020 e 29.634/2020:

– proibição de comercialização e consumo de bebidas alcoólicas em espaços públicos ou coletivos das 20h às 5h;

– adequação dos expedientes dos trabalhadores aos horários de proibição provisória de circulação; permissão das atividades religiosas somente para atendimento individual ou culto/missa on-line;

– priorização da substituição do regime de trabalho presencial para o teletrabalho na administração pública e na iniciativa privada, quando possível;

– suspensão do atendimento e funcionamento presencial em shopping centers; permissão de delivery, drive-thru e take away; proibição de realização de festas em condomínios residenciais.

As Prefeituras de todos os municípios potiguares devem se abster de praticar quaisquer atos, inclusive edição de normas, que possam flexibilizar medidas restritivas estabelecidas pelo Governo Estadual.

Os secretários de Saúde do Estado e dos Municípios devem determinar que o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e as demais vigilâncias em saúde (sanitária, epidemiológica e ambiental), em conjunto ou separadamente, conforme divisão de trabalho a ser estabelecida pela Coordenação de Vigilância em Saúde, adotem os seguintes procedimentos:

– façam contato com as empresas utilizando-se dos meios de comunicação mais ágeis como: e-mail, telefone, videoconferência, entre outros; identifiquem os responsáveis técnicos nas empresas, pela elaboração e implementação do plano de contingência para gerenciamento de pandemia, com vistas ao cadastramento e maior interação com os profissionais responsáveis;

– e cobrem a elaboração dos protocolos e ações no meio ambiente de trabalho;

– proponham reuniões virtuais para diálogo com relação à situação da empresa na prevenção, detecção de casos e procedimentos adotados e, especialmente, para monitoramento do plano de contingência.

Para expedir a recomendação, o MPRN, o MPF/RN e o MPT/RN levaram em consideração que “é público e notório o agravamento da situação da pandemia no Estado do Rio Grande do Norte como um todo, com a superlotação dos hospitais, esgotamento do número de leitos, alta taxa de transmissibilidade da Covid-19, elevação do número de pacientes infectados e de óbitos”.

Também foi levado em consideração o último Boletim Epidemiológico publicado pela Sesap/RN em 26 de fevereiro passado, que registrou uma taxa de 82,2% de ocupação dos leitos críticos na rede pública de saúde (em 27/02/21, a taxa de ocupação desses leitos está em 88,7%, segundo dados do RegulaRN2) e de 100% na rede privada. Em relação especificamente à região metropolitana, a ocupação dos leitos de UTI na rede pública atingiu 89,5%, apesar da instalação de novos leitos na cidade de Natal por iniciativas do governo estadual e municipal e do HUOL, consoante se constata a partir de extrato do Sistema de Regulação de Leitos RegulaRN (capturado no dia 27 de fevereiro, às 16h.

Na quinta-feira (25), o Rio Grande do Norte registrou recorde no número de pacientes internados em leitos críticos com Covid-19 desde o início da pandemia, havendo, ao todo, 416 pessoas internadas no RN em tratamento intensivo da doença em leitos públicos e privados no Estado, com 15 pacientes Covid-19 aguardando regulação para leitos de UTI em hospitais.


Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na noite desta sexta-feira, 26, que vai manter a bandeira amarela acionada no mês de março. Com a medida, as contas de luz seguem com a cobrança de uma taxa adicional de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh).

É o terceiro mês consecutivo que o órgão regulador aciona bandeira neste patamar, ou seja, os consumidores pagaram este valor de taxa adicional em janeiro e fevereiro deste ano. Em dezembro, a agência chegou a aplicar bandeira vermelha 2, patamar mais alto de cobrança.

Em nota, a agência reguladora explicou que, apesar das chuvas registradas em fevereiro, os principais reservatórios das usinas hidrelétricas do sistema elétrico ainda apresentam níveis baixos para esta época do ano.

O estoque baixo de água deve-se ao volume de chuvas muito abaixo do padrão histórico registrado entre setembro e janeiro. No comunicado, a Aneel ressalta que março ainda é um mês típico de chuvas nas regiões dos reservatórios.

As bandeiras tarifárias foram criadas em 2015 para sinalizar ao consumidor o custo da geração de energia elétrica no País. Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela ou vermelha – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz.

No sistema atual, na cor verde, não há cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos.

Já a bandeira vermelha pode ser acionada em dois níveis, dependendo da quantidade de termelétricas acionadas. No primeiro nível, o adicional é de R$ 4,169 a cada 100 kWh. No segundo nível, a cobrança extra é de R$ 6,243 a cada 100 kWh.

UOL


Foto: Giovanna Venarusso Crosara/Arquivo pessoal

“O tempo todo, principalmente quando eu sentia algumas dores, eu pensava assim: a pessoa que vai receber a medula provavelmente deve ter passado por situações muito mais complicadas.”

O relato é de uma jovem de Bauru (SP), que atualmente mora em Lins. Ela decidiu sair da zona de conforto e viajou até Recife (PE), a 2.199 quilômetros de distância, para doar medula óssea a um paciente 100% compatível com ela.

Apesar de não conhecer a pessoa que recebeu a doação, a estudante de psicologia Giovanna Venarusso Crosara, de 24 anos, tem certeza que o gesto valeu a pena e fica feliz em saber que pode ter ajudado a salvar uma vida.

O mês de fevereiro é dedicado ao diagnóstico precoce da leucemia e à conscientização sobre a doação de medula óssea, através da campanha nacional “Fevereiro Laranja”.

Mas não existe data certa para se tornar um doador: basta fazer um cadastro no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, e esperar que o programa encontre um paciente compatível. O transplante de medula pode ajudar pessoas com doenças que afetam as células do sangue, como a leucemia.

“Em outubro [de 2020] eles [do Redome] me ligaram e disseram tinham a possibilidade de eu ser compatível com algum paciente, e eu fiquei surpresa. Aí eu precisava fazer um outro exame para confirmar a compatibilidade”, lembra Giovanna.

Em dezembro, a equipe retornou a ligação e confirmou que Giovanna era 100% compatível com um paciente que estava precisando de um transplante de medula óssea.

“Eu fiquei, nem sei, extasiada. Logo fiquei pensando em quem era, o que essa pessoa estava passando”, conta a estudante.

Depois da confirmação, Giovanna começou a acertar a parte burocrática com a equipe do Redome que, segundo ela, sempre a questionava se ela gostaria de continuar com o processo voluntário.

No dia 11 de janeiro, a jovem viajou para Recife, com as despesas pagas pelo programa, para fazer mais alguns exames e, no dia 23, partiu novamente para o estado do Pernambuco com uma amiga para internar e fazer a doação.

“Fiz exame de Covid, tomografia, exame de sangue e tomei uma injeção para estimular minha medula. Minha doação foi no dia 25, deram sedativo, fiz o procedimento e não vi nada, só acordei na salinha de recuperação”, relata Giovanna.

De acordo com o Redome, a doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, no qual a medula é retirada do interior de ossos da bacia por meio de punções. O procedimento leva em torno de 90 minutos e a medula óssea do doador se recompõe em 15 dias.

Segundo a estudante, ela teve algumas dores na lombar depois de tomar a injeção que estimulou a medula e, após a doação, sentiu dor no local do procedimento. No entanto, Giovanna diz que recebeu toda a assistência e teve alta no dia seguinte.

A jovem voltou para casa e disse que agora vive com a curiosidade de descobrir quem recebeu a sua medula, o que só pode ocorrer um ano e meio após a doação, se as duas partes quiserem.

Mesmo em meio à pandemia de coronavírus, Giovanna garantiu que todo o processo foi seguro. Além do exame de Covid, ela seguiu vários protocolos para evitar a disseminação da doença durante as consultas e viagens. No fim, a sensação que ficou é de que valeu a pena.

“Com certeza faria de novo [a doação]. A gente se coloca em riscos maiores em outros momentos da nossa vida, então porque não doar? É incômodo, mas isso pode salvar a vida de alguém.”

Como doar

Para ser um doador de medula óssea, a pessoa precisa ligar no hemocentro mais próximo para saber se é possível se cadastrar. O cadastro é nacional e, por isso, você pode ser compatível com pacientes do Brasil inteiro. Veja a lista de onde é feito o cadastro.

No hemocentro, o doador colhe um pouco de sangue e preenche uma ficha. A partir disso, o sangue é analisado para identificar as características genéticas do doador e cruzá-las com os dados dos pacientes que precisam do transplante, para determinar a compatibilidade.

Esses dados são enviados ao Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), que vai entrar em contato quando houver um paciente com possível compatibilidade. Depois de mais alguns exames, a pessoa pode realizar a doação.

G1

As missas estão suspensas no Rio Grande do Norte a partir de 1° de março, segundo comunicado emitido neste sábado 27 pelos Bispos da Província Eclesiástica de Natal, após publicação de decreto do governo do estado que prevê suspensão de atividades religiosas.

As celebrações passarão a ser transmitidas, através das plataformas digitais de comunicação das paróquias. Decisão atende ao decreto emitido pelo Governo do Estado neste sábado.

A deliberação foi do arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, junto com o bispo de Mossoró, Dom Mariano Manzano, e o bispo de Caicó, Dom Antônio Carlos Cruz.

Veja abaixo a íntegra do comunicado e as medidas anunciadas pela igreja:

Nós, Bispos da Província Eclesiástica de Natal, tendo sido previamente contatados pelo Governo do Estado, nesta sexta-feira (26); compreendendo a gravidade do momento; em espírito de recíproca cooperação e corresponsabilidade; e tendo em conta a vida como bem maior a ser preservado, achamos por bem acatar o disposto no decreto estadual nº 30.383, de 26 de fevereiro de 2021, e, assim, determinamos para todo o território da Província Eclesiástica de Natal:

1. Ficam suspensas as celebrações (missas e outras congêneres), com a participação presencial dos fiéis, de 1º a 10 de março;

2. As missas sejam celebradas, nas igrejas catedrais e nas igrejas matrizes, de portas fechadas, com a restrita participação de uma equipe celebrativa de apoio, composta por, no máximo, cinco pessoas;

3. As celebrações sejam transmitidas, através das plataformas digitais de comunicação da própria paróquia, sempre que possível, especialmente no domingo;

4. Mantenham-se abertas as igrejas, em seus regulares horários de funcionamento, para os momentos de orações pessoais dos fiéis, obedecendo todos os protocolos sanitários e de biossegurança;

5. Sejam mantidos os atendimentos individualizados aos fiéis, por parte dos sacerdotes, bem como nas secretarias paroquiais.

Por fim, recomendamos a todos os fiéis católicos, muito especialmente aos padres dos nossos cleros, que se mantenham atentos às realidades e necessidades que afloram mais nitidamente nesses momentos de maiores restrições. Tudo isso traz implicações – inclusive econômicas e sociais – sobre a vida das pessoas. Isto nos faz pensar nos mais pobres e nos que dependem das atividades informais. Lembremo-nos da exigência da partilha como compromisso inerente à nossa condição de cristãos. Gastemos tempo e não poupemos esforços para promover iniciativas e campanhas que sirvam de sinal e alento para quem mais precisa. Mantenhamos a confiança em Deus. É Ele o Senhor de nossas vidas e da História. Nossa Senhora da Apresentação, Santa Luzia e Sant’Ana intercedam por todos nós.

Natal, 27 de fevereiro de 2021.

Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo Metropolitano de Natal

Dom Mariano Manzana
Bispo de Mossoró

Dom Antônio Carlos Cruz Santos, MSC
Bispo de Caicó


Fotos: Pâmela Cristina Matias Gomes/Arquivo pessoal

Dona Maria Cardoso, que viralizou aos 101 anos de idade nas redes sociais depois de mandar o currículo dela para trabalhar em uma empresa e ter dinheiro para comprar os “vinhozinhos”, que ela agora, recebeu uma proposta de emprego para ser “digital influencer” de uma marca de vinhos.

Dona Maria é aposentada, mora em Promissão, no interior de São Paulo e queria trabalhar para comprar vinhos e carnes sem depender da família.

VEJA MAIS: Idosa de 101 anos entrega currículo em empresa de SP e viraliza: “quero trabalhar para comprar meus ‘vinhozinhos’ e não depender só da filha”

Primeiro ela ganhou dezenas de garrafas de vinho, com a repercussão do caso e, agora, o convite para trabalhar.

“Nós contamos toda a história e ele [criador da marca] fez uma ligação de vídeo, conversou bastante com a minha avó e ficou apaixonado por ela. Ele disse que queria dar um emprego para ela e perguntou se ela toparia ser degustadora de vinhos e garota propaganda”, contou Pâmela Cristina Matias Gomes, bisneta da idosa, ao G1.

Vai avaliar vinhos

De acordo com Diogo Cortez, dono da empresa de vinhos que fez a proposta, a dona Maria já está previamente contratada como “influencer” da marca.

Ele enviou algumas garrafas à idosa. Ela vai avaliar os produtos para decidir se gostaria de fazer propaganda para a empresa.

“Vi a história na internet e achei incrível, tem muito a ver com a marca que estou construindo. Aí liguei para a dona Maria e a gente conversou. Já mandei os vinhos para ela, aí agora ela vai experimentar e, se tudo der certo, ela vai ser nossa ‘influencer’ nas nossas redes sociais”, conta Diogo.

Salário

De acordo com o criador, se a dona Maria gostar dos produtos, a empresa vai combinar um salário mensal com a idosa para que ela produza conteúdo para as redes sociais da marca. A ideia é fazer vídeos da idosa ganhando vinhos e falando o que achou das bebidas.

“Essa semana ela vai receber os vinhos e vamos começar a produzir material para o Dia das Mulheres. Nada mais justo que homenagear a dona Maria, o melhor exemplo dos últimos tempos de uma mulher que pensa diferente, luta pelo que quer e que, mesmo com 101 anos, quer comprar os vinhos dela sem depender de ninguém”, afirma Diogo.

“Contente”

Segundo a bisneta, dona Maria está muito feliz com a repercussão da história dela e com a nova proposta de emprego.

“Estou contente, né, porque ‘tá’ me dando valor. […] Dá até vontade de chorar”, disse dona Maria.

Depois da fama, a idosa ganhou até um perfil no InstagramLá a família vai postar o dia a dia da vovó empoderada.

Só Notícia Boa

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste sábado (27). Foram mais 294 casos confirmados, totalizando 165.344. Até sexta-feira (26) eram 165.050 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.578 no total, sendo 03 (três) mortes registradas nas últimas 24h, em Ceará-Mirim, Parnamirim e Acari.

A Sesap ainda registrou 13 óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até sexta-feira (26), eram contabilizados 3.562 mortos. Óbitos em investigação são 717.

Casos suspeitos somam 87.534 e descartados 361.926. Recuperados são 123.331.

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 89,4%, registrada no início da tarde deste sábado (27). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 476.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 91,4% dos leitos críticos ocupados, a região Seridó tem 80% e a Região Oeste tem 89,4%

Até o momento desta publicação são 30 leitos críticos (UTI) disponíveis e 243 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 73 disponíveis e 226 ocupados. Há 34 pacientes com perfil de leito crítico na lista de regulação.

Emporio


Foto: Pixabay

Associações de diversos segmentos da economia, energia solar e do agronegócio divulgaram uma carta aberta à sociedade brasileira em defesa do segmento de GD (geração distribuída) fotovoltaica. O documento foi encaminhado, por meio de ofício, ao presidente Jair Bolsonaro.

No carta aberta, assinada por 24 associações representativas, as entidades defendem o direito dos consumidores brasileiros de gerarem sua própria energia em seu município.

O presidente Bolsonaro já se posicionou diversas vezes sobre o tema. “Existe gente interessada em taxar. É o tempo todo taxando o povo. Não existe qualquer negociação comigo para atender qualquer grupo de lobista”, disse no começo de janeiro de 2020 em frente à sua residência oficial.

Durante a crise energética do Amapá, Bolsonaro afirmou que a segurança energética é tão importante quanto a segurança alimentar para o desenvolvimento de um país.

Além das associações regionais de energia solar ligadas a FAIRES (Frente das Associações e Institutos Regionais de Energia Solar), assinam entidades ligadas ao agronegócio do país. Entre elas, a Aprosoja (Associação Brasileira dos Produtores de Soja) Brasil, demonstrando o engajamento do agronegócio na defesa da geração distribuída solar no Brasil.

Também assinam a Anesolar (Associação Nordestina de Energia Solar), representando os nove estados do Nordeste, e a AMAMS (Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene), que representa os 165 municípios da área Mineira da Sudene.

Na carta aberta, as entidades ressaltam que gerar a própria energia elétrica, por meio de fontes limpas, renováveis e sustentáveis, como o sol, o vento, a biomassa, o biogás e outras, é um direito previsto no artigo 170 de Constituição, que trata dos princípios que devem permear a construção da legislação que afete diretamente as relações econômicas da sociedade.

Ademais, afirmam que a geração distribuída, ou no mesmo local de consumo, impede as “perdas de energia” que, segundo a ANEEL, representam 14% de toda energia gerada no Brasil. “Acontece que essa perda é cobrada de todos os consumidores por meio de uma parcela acrescentada às tarifas de transmissão, uso e distribuição das redes”, diz a carta.

O documento também destaca que um fator de extrema relevância é que a geração solar se intensifica ou tem picos de geração no período de 11h às 15h, que coincide com o novo horário de maior consumo de energia, segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema). “Na prática, a geração fotovoltaica está contribuindo para aliviar a pressão sobre os reservatórios das hidrelétricas”.

Outro ponto de destaque no documento é sobre a geração de renda e empregos no país. “No segmento de geração distribuída atuam aproximadamente 15 mil empresas, que são em sua grande maioria micro e pequenas empresas. O setor nos últimos anos gerou mais de 150 mil postos de trabalho”, afirma o documento.

Segundo Hewerton Martins, presidente do MSL (Associação Movimento Solar Livre) a carta é aberta a novas adesões de entidades representativas de qualquer setor da economia.

“Não é uma causa setorial de energia solar, é uma causa da sociedade brasileira que não pode ficar subdesenvolvida na questão de energia solar distribuída e perder essa oportunidade de gerar milhares de empregos em diversos setores da economia”, aumentando a capacidade produtiva do país, destacou Martins.

Associações que assinam a carta aberta

Associação Brasileira dos Produtores de Soja

Associação Brasileira dos Produtores de Soja/ MT

Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene

MSL – Associação Movimento Solar Livre

Associação Nordestina de Energia Solar

Associação Potiguar de Energias Renováveis

Associação das Empresa de Petróleo, Gás e Energia de Sergipe

Associação Paraense de Energia Solar

Grupo de Empresas de Cogeração de Energia Fotovoltaica de Alagoas e Nordeste

Associação Piauiense das Empresas de Energia Solar

Associação Paraibana de Energia Solar

Associação Paranaense de Energia Solar

Associação Pernambucana de Energia Solar

Associação de Empresas e Integradores de Energia Fotovoltaica de Sergipe

Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas

Instituto Solar

Crea Alagoas

Crea Ceará

Crea DF

Associação dos Profissionais de Eletroeletrônica

Fórum Permanente de Assuntos Relacionados ao Setor Energético

IFPP – Instituto para Fomento de Políticas Públicas

Associação dos Prossumidores de Energia Elétrica

Via Canal Solar


Foto: reprodução

A Petrobras, em continuidade ao comunicado divulgado em 04/05/2020, informa que assinou na sexta-feira (26) com o Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Pirineus (FIP Pirineus), contrato para a venda da totalidade de sua participação de 51% no capital social da sociedade Eólica Mangue Seco 2 – Geradora e Comercializadora de Energia Elétrica S.A. (Eólica Mangue Seco 2), proprietária de parque de geração de energia eólica.

O valor da venda é de R$ 32,97 milhões, a ser pago em uma única parcela no fechamento da transação, sujeito aos ajustes previstos no contrato. A transação decorre do exercício do direito de preferência pelo FIP Pirineus, em conformidade com o acordo de acionistas da Eólica Mangue Seco 2.

A operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas. “A Petrobras mantém o foco na redução do seu endividamento, ao mesmo tempo em que concentra seus recursos em ativos com maior potencial de geração de valor, como os campos de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas. Em paralelo, a Petrobras segue comprometida com a transição para uma economia de baixo carbono, investindo em novas tecnologias para descarbonização da produção e no desenvolvimento de combustíveis mais eficientes e sustentáveis. A companhia também mantém investimentos em renováveis, por meio de pesquisas, visando adquirir as competências necessárias para, eventualmente, operar fontes renováveis em maior escala no futuro”, destaca do Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

O fechamento da transação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, tais como a aprovação pelo Banco do Nordeste do Brasil, financiador do desenvolvimento do parque eólico, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017.

Sobre a Eólica Mangue Seco 2

A Eólica Mangue Seco 2 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4) localizado em Guamaré, no estado do Rio Grande do Norte, com capacidade instalada total de 104 MW. A Eólica Mangue Seco 2 detém e opera um parque eólico, com capacidade de 26 MW.

A Petrobras já havia assinado contratos para venda de sua participação nas eólicas Mangue Seco 1, 3 e 4, em 7 de janeiro de 2021, conforme divulgado ao mercado.

Sobre o FIP Pirineus

O FIP Pirineus foi constituído em 25 de setembro 2015 e tem como objetivo a participação em companhias do setor de energia renovável, dentre elas complexos eólicos, solares fotovoltaicos e desenvolvimento de tecnologia disruptiva. O FIP Pirineus atua proativamente em suas companhias investidas, com efetiva influência na definição de sua política estratégica e na sua gestão. Atualmente, o fundo é sócio da Petrobras na Eólica Mangue Seco 2, detendo 49% de participação no capital social desta companhia.

Para Eduardo Borges, sócio-fundador da Cypress, gestora do Fundo Pirineus, a decisão da Petrobras em vender sua participação no parque eólico será benéfica para a economia como um todo. “Acreditamos que a multiplicidade de players, em qualquer setor, traz maior dinâmica, geração de empregos, arrecadação de impostos e qualidade de serviços”.


Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), convidou hoje governadores a participarem do debate no Congresso Nacional para a formulação do Orçamento geral da União de 2021.

Em uma série de mensagens publicadas na manhã de hoje no Twitter, Lira afirmou que pretende fazer na próxima semana uma teleconferência com governadores, a presidente da CMO (Comissão Mista do Orçamento), deputada Flávia Arruda (PL-DF), e o relator do tema, senador Marcio Bittar (MDB-AC), para ouvir como o Orçamento pode ajudar no combate à pandemia.

“Com o recrudescimento e nova onda da pandemia, quero chamar todos os governadores para contribuírem com sugestões na formulação do orçamento geral da União”, escreveu o presidente da Câmara.

Lira disse que quer ouvir governadores sobre sugestões para tramitarem em caráter de urgência e que possam ser adotadas com o objetivo de enfrentar os efeitos da covid-19, desde que seja respeitado o teto de gastos —regra que limita o aumento de gastos do governo à variação da inflação no ano anterior.

“Neste momento em que inúmeros governadores estão tendo que tomar a difícil decisão do lockdown, é hora de contribuir, buscando novas alternativas e novas vias legais para, juntos, mitigarmos essa crise”, afirmou Lira.

UOL


Foto: reprodução/Globo

Ainda que algumas temporadas tenham sido mais relevantes que outras, é preciso reconhecer o potencial do Big Brother Brasil para pautar assuntos importantes na sociedade, ao mesmo tempo em que expande em audiência. Não à toa, pesquisadores e intelectuais se renderam ao reality para explorá-lo como objeto de pesquisa. Até mesmo a queridinha desta edição, a brasiliense Sarah Andrade, dedicou-se a estudar a dinâmica da atração em seu trabalho de conclusão de curso, em 2012.

Como ela, há muitos outros estudiosos desconstruindo a máxima de que BBB não passa de entretenimento fútil. Em uma busca rápida pelo Google é possível encontrar dezenas de TCCs, teses, dissertações e artigos desenvolvidos sobre o assunto. Um dos pioneiros a levar as discussões do reality para a academia foi o professor Bruno Campanella, referência para a maioria dos estudos sobre o tema.

Em 2008, ele trocou as salas de aula da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro pelos fóruns na internet que debatiam o BBB8. A imersão resultou na tese de doutorado Os Olhos do Grande Irmão – Uma Etnografia dos Fãs do Big Brother Brasil, transformado em livro mais tarde.

“Creio que todo o fenômeno cultural capaz de provocar tantas discussões e interesse, como o BBB, precisa ser investigado a fundo. Assim que percebi a mobilização que ele despertava na audiência e nos blogs na internet, lá no início dos anos 2000, comecei a imaginar que daria um ótimo objeto de pesquisa. E acho que não estava errado”, afirma o pesquisador ao Metrópoles.

Com a escolha inusitada para a época, ele não só superou o preconceito dos colegas, como foi reconhecido por eles. O trabalho ganhou da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação o prêmio de melhor tese de doutorado defendida em 2010.

“Penso que tentar provar que o programa é bom ou ruim não nos ajuda a entender o fenômeno. O Big Brother fez sucesso no mundo todo quando foi lançado, mas em nenhum lugar ele continua causando tanto impacto quanto no Brasil. Isso não é coincidência. De alguma forma, as dinâmicas na casa despertam paixões, algumas ligeiras, outras nem tanto, que as pessoas sentem necessidade de discutir. E isso parece ser particularmente forte no Brasil. Acho importante tentarmos entender as razões disso”, disse Bruno Campanella, pioneiro em estudos sobre o BBB no país.

Reflexo na vida real

Em 2020, o Big Brother alcançou mais de 165 milhões de pessoas na audiência acumulada no Painel Nacional de Televisão, além de bater a marca de 100 milhões de horas assistidas no Globoplay. Essa audiência crescente, sobretudo na internet, também chamou atenção de Adriana Amaral, especialista em estudos de fãs e professora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul.

“É um produto de grande visibilidade, que nos ajuda a entender como as pessoas se relacionam com o consumo e com questões subjetivas, políticas, sociais e mercadológicas, por exemplo”, exemplifica a docente.

Ao estudar o BBB como produto cultural, ela encontrou, por exemplo, semelhanças entre as torcidas dos brothers e ativistas, sobretudo nas estratégias de engajamento. As conclusões podem ser valiosas para compreender o vários fenômenos sociais surgidos na internet.

“A atração traz uma série de pontos para a gente pensar a própria sociedade, os meios de comunicação e até mesmo os mecanismos das plataformas digitais, como o modo que nos relacionamos com o número de seguidores, likes etc”, disse Adriana Amaral, professora e especialista em estudos de fãs.

“Cancelamento”

Para quem ainda se questiona sobre a importância dessas pesquisas, vale pensar como o termo cancelamento, relacionado ao linchamento virtual, adquiriu relevância nos últimos dois anos, assim como debates sobre machismo, racismo e relacionamentos abusivos, provocados pelo elenco da temporada passada.

Quem também estudou o programa a partir desse viés foi a gaúcha Gabriela Habckost, mestre em comunicação pela UFRS. A tese que lhe rendeu o título foi justamente sobre a atração.

“Minha ideia foi mapear as temáticas que surgiram e foram discutidas no Twitter a partir do programa, tanto aquilo que está ligado diretamente à narrativa do programa (participantes, estratégias, paredão, torcidas) quanto pautas sociais e identitárias que surgem dentro da casa”, afirma Gabriela Habckost, Mestre em Comunicação.

“Na dissertação, por exemplo, eu identifiquei discussões sobre raça, gênero, interseccionalidade, religião, a pandemia de Covid-19“, diz.

Quando questionada sobre as criticas que o programa recebe, Gabriela é categórica: “Reduzi-lo a um movimento de alienação ou um entretenimento tosco é deixar de considerar vários aspectos”.

“Gostando ou não, o formato é bem-sucedido e historicamente motiva debates importantes, que transcendem o escopo do reality show em si. Todo produto depende muito do uso que a gente faz dele, e acho que a forma como o BBB e os acontecimentos são apropriados pelo público podem proporcionar várias reflexões interessantes sobre audiência, produtos midiáticos, convergência entre mídias, o debate público nas redes sociais, entre muitos outros tópicos possíveis”, conclui a especialista.

Metrópoles

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